Trechos de livros #1

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Olá trilheiros, 


Uma coluna que eu tinha por aqui há anos era de trechos de livros, antes porém eu escrevia assim... como estou fazendo agora. 

Porém como estou fazendo umas imagens lá para o Instagram @books.fe vou começar a compartilhar essas imagens por aqui também. Então se preparem para a onda grande de vários trechos de livros já publicados por lá. 

Fiquem com os trechos do livro A Origem - Dan Brown, resenha aqui. 







Resenha: Cartas a um jovem atleta


Autor: Bernardinho

Editora: Campus

Número de páginas: 217

Skoob

Sinopse:

"Em "Cartas a um Jovem Atleta", Bernardinho conta sua trajetória como atleta profissional e dá dicas aos jovens sobre quais são os desafios, os medos e as conquistas. "


Bernardinho, ícone no esporte e também quando o assunto é motivação. Já li o outro livro dele que está entre meus favoritos: Transformando suor em ouro, portanto quando vi esse da presente resenha, tratei logo de adquirir e ler. 

Neste livro ele dá dicas para jovens atletas e técnicos também através de capítulos como se fossem cartas. 

Ele fala sobre brilho no olhar, aquela paixão verdadeira pelo esporte, energia que será combustível para enfrentar e viver cada dura batalha da busca constante pelo melhor desemprenho, mesmo que nessa caminhada surja obstáculos de vários tipos.  Aliás, desafios nos forçam a melhorar e sair da comodidade. 

Ele cita também o importante controle das emoções, no que isso ajuda na construção de um atleta. Também cita que grandes conquistas são o conjunto de pequenos passos, pequenas conquistas. 

É falado no livro sobre ética, disciplina, esforço e sobre o perigo da vaidade excessiva, de se entregar aos holofotes e esquecer o lado atleta.   


Apesar de ser um livro para atletas, também é perfeitamente adaptável para todas as pessoas nas mais diferentes áreas, pois fala de valores do ser humano, fala de dedicação, de esforço.

Mais uma vez termino a leitura me sentindo mais motivada, mais confiante e mais disposta a lutar pela minha melhoria contínua. 

Um livro maravilhoso que recomendo que todos leiam. 

Resenha: Fora de série - Outliers


Autor: Malcolm Gladwell

Editora: Sextante

Número de páginas: 283

Skoob

Sinopse:

"O que torna algumas pessoas capazes de atingir um sucesso tão extraordinário e peculiar a ponto de serem chamadas de "fora de série"?

Costumamos acreditar que trajetórias excepcionais, como a dos gênios que revolucionam o mundo dos negócios, das artes, das ciências e dos esportes, devem-se unicamente ao talento. Mas neste livro você verá que o universo das personalidades brilhantes esconde uma lógica muito mais fascinante e complexa do que aparenta. Baseando-se na história de celebridades como Bill Gates, os Beatles e Mozart, Malcolm Gladwell mostra que ninguém ?se faz sozinho?. Todos os que se destacam por uma atuação fenomenal são, invariavelmente, pessoas que se beneficiaram de oportunidades incríveis, vantagens ocultas e heranças culturais. Tiveram a chance de aprender, trabalhar duro e interagir com o mundo de uma forma singular. Esses são os indivíduos fora de série - os outliers.

Para Gladwell, mais importante do que entender como são essas pessoas é saber qual é sua cultura, a época em que nasceram, quem são seus amigos, sua família e o local de origem de seus antepassados, pois tudo isso exerce um impacto fundamental no padrão de qualidade das realizações humanas. E ele menciona a história de sua própria família como exemplo. Além disso, para se alcançar o nível de excelência em qualquer atividade são necessárias nada menos do que 10 mil horas de prática - o equivalente a três horas por dia (ou 20 horas por semana) de treinamento durante 10 anos. Aqui você saberá também de que maneira os legados culturais explicam questões interessantes, como o domínio que os asiáticos têm da matemática e o fato de o número de acidentes aéreos ser mais alto nos países onde as pessoas se encontram a uma distância muito grande do poder."

O autor nesse livro, procura um padrão em pessoas que se destacam em várias áreas. 

Ele fala de atletas de hóquei, como são selecionados para os grandes clubes, como é essa seleção. Ele cita pessoas como Bill Joy, Bill Gates, Beatles. Como se destacaram? O que fizeram de diferente de outras pessoas? 

Um capítulo é reservado sobre acidentes aéreos e a comunicação entre piloto e co piloto, como essa comunicação pode fazer diferença na prevenção de acidentes e o que aconteceu de fato em alguns acidentes que ele cita no livro. 

Malcolm diz que ser bem sucedido não necessariamente significa ser mais brilhante, ter um dom extraordinário e que muitas vezes vitoriosos são os que tiveram mais oportunidades, e que quando estas apareceram, as agarraram. 

Portanto, segundo o autor, o sucesso para uma geração de pessoas tem muito a ver com a época que nascem e o que está acontecendo nessa época. Então, as chances de se dar bem na vida de quem nasce após uma guerra são bem diferentes de quem nasce quando há algo em expansão no mundo em época de paz. 

As oportunidades variam de época para época da humanidade, e o sucesso de quem nasce em cada momento diferente da história também é influenciado pelo o que está acontecendo no mundo. 

Então alguns são mais sortudos que outros? Pode ser, foi mais ou menos isso que eu, Fernanda, interpretei, Eu entendi que o sucesso de cada um tem muito a ver com a época que nasce, mas também tem a ver com a forma como é criado, e com as oportunidades que aparecem e quais delas cada um de nós agarra ou ignora. 

O livro traz muitos casos concretos e muito assunto para refletirmos.

Bom livro, recomendo. 


Resenha: Histórias do povo

terça-feira, 3 de agosto de 2021


Autora: Raquel Machado

Número de páginas: 252

Skoob

Sinopse:

"Cotidiana é uma cidade que possui cidadãos peculiares e histórias interessantes. Através dos contos desse livro vamos conhecer esse lugar, seus moradores e suas ligações. De Janeiro a Junho, ficaremos em frente a questões amorosas, financeiras e morais e é você, leitor, que definirá o desfecho de cada uma delas.

Com situações divertidas e baseadas em fatos reais, prepare-se para vivenciar com os personagens as decisões que enfrentamos no dia-a-dia. Embarque nessa aventura e surpreenda-se com o poder que escolhas simples podem ter sobre nossa vida."


Este livro fez parte de 1 leitura coletiva e eu amei tanto o grupo da leitura coletiva quanto o livro!

Nele a autora Raquel reúne diversas situações do dia a dia em contos. Cada conto é baseado em uma situação real que ela presenciou ou digamos soube que aconteceu de verdade. Há diversas situações engraçadas, outras nem tanto e que nos faz pensar sobre muitos temas. Mas há um detalhe um tanto curioso nesse livro: há 2 finais para cada conto e portanto escolhemos o final que, para nossa opinião, foi a mais adequado. Claro, houveram histórias que eu fiquei na maior dúvida de qual final escolher em outras quis dar umas pitadas de alteração, hahahahaha, mas isso que é legal: essa interação com o leitor.

Outro ponto importante foi a identificação, obviamente não em 100% dos contos, mas em muitos deles você se vê naquela situação e isso ajuda tanto em refletir ou sobre as decisões que tomamos quando vivemos a situação ou em refletir sobre como agir se estamos vivendo ela. É como se a autora colhesse diversas histórias reais, de pessoas reais, de um mundo imperfeito e fez dessas histórias o destaque do livro, e acho que foi isso mesmo que aconteceu. 

Nesse livro saímos de um mundo imaginário, "perfeitinho", de contos de fadas e nos transportamos para uma realidade próxima a nossa afinal, os personagens principais são Fernandas, Tatianas, Maurícios, Franciscos... que vivem todo dias nos "bastidores" da vida, aqui todos são protagonistas.  

Enfim, a leitura desse livro é tão leve, tão gostosa que não percebemos as páginas passarem. Ótimo livro, recomendo! 

Caixa Postal #45 - retorno

segunda-feira, 19 de julho de 2021

 Olá trilheiros!

Antes de tudo, você leu o post Retorno numa terra pouco habitada ? Se não leu, leia, assim vai entender tudinho. 

Bom, com a volta da coluna Caixa Postal, vou mostrar alguns livros novos na estante que chegaram desde que a pandemia iniciou. 


* Ponto de inflexão - Flávio Augusto 

Buzz Editora

Não recordo pela indicação de quem comprei esse livro já que fazem alguns meses. É minha leitura atual e estou gostando muito, em breve resenha. 


* Aprendizados - Gisele Bündchen

Editora Best Seller

Fazia tempos que eu queria esse livro e ai eu aproveitei numa promoção. Não recordo onde eu comprei mas já está lido e em breve teremos resenha aqui. 


* Sono. Mude seu modo de dormir em 90 minutos - Nick Littlehales

Editora Rocco

Este livro eu ganhei no Skoob naqueles sorteios de cortesia. Fiquei muito feliz e pelo que dei uma olhada no livro ele é ótimo, está na lista de próximas leituras. 



* A Lei e a Literatura RE(de)SENHADAS - Márcia Belzareno dos Santos

Editora Chiado

Este livro veio como brinde de um outro livro que comprei e agora não me recordo qual foi, mas agora fazendo as postagens de caixa postal novamente vou registrar certinho que chegar. 


* Confinamentos & Afins - Rodrigo França

Editora Agir

Livro que eu ganhei num sorteio da editora no Instagram. Na lista de leitura. 


Por hoje é só, tenho mais postagens prontas mas vou colocar aqui aos poucos. Espero que tenham gostado e se alguém ler essa postagem, comenta aqui se conhece algum livro, se  já leram, se gostaram. 


Fernanda Rocha

Retorno numa terra pouco habitada

Olá trilheiros !!




Há anos quando os blogs de moda, de literatura eram super visitados, os blogs eram o que o Instagram é hoje em dia em termos de visibilidade. 

Final de semana eu vim aqui arrumar os marcadores, esse layout atual é um que eu mandei fazer especialmente para o Trilhas, mas quando eu decidi dar um tempo aqui e terminar com as parcerias e colunistas, eu apenas guardei esse layout junto com um backup geral do blog. Aqui ficaram apenas as resenhas de livros. 

No meio dessa pandemia me deu saudades do que o Trilhas um dia foi e por isso subi o backup completo com todas as postagens e o layout personalizado. Claro que nem tudo ficou do jeitinho de antes, mas estou arrumando do jeito que dá, postagens de resenhas ficaram duplicadas e marcadores bagunçados, foi então que comecei uma maratona de arrumar aos poucos tudo aqui. Ainda não terminei mas em breve quero ver tudo organizadinho. 




E nessa arrumação toda, revi muitas postagens que me deram saudades, que nostalgia da época que os blogs eram os Instagram de hoje em dia mas não com postagens pequenas ou stories curtinhos feitos para uma geração que não tem paciência para nada, mas sim postagens grandes, estudadas, bem elaboradas e vídeos longos no Youtube. Como preparar conteúdo para blog exigia de todos nós blogueiros, estudos, pesquisas, mas era gostoso, tanto que me deu uma saudade imensa. 

Diante disso decidi voltar a produzir esse tipo de conteúdo, mesmo que os blogs não sejam mais o foco principal, mesmo que não haja visitas por aqui, quero voltar a produzir conteúdo para pessoas que sei que existem espalhadas por aqui com tanta saudade daquela época como eu. 

Voltarei com algumas colunas que eu tinha por aqui, por exemplo: Caixa Postal que eu mostrava tudo o que eu ganhava, que chegava pelos correios e comprinhas também.  Estou pensando também em voltar com outras colunas, mas aos poucos vou anunciando por aqui. 

Estarei também no Instagram e nas redes sociais mais moderninhas mas sem deixar de produzir conteúdo completão aqui para o Trilhas Culturais.  Aguardem. 

Resenha: Sobrevivendo entre lobos

segunda-feira, 12 de julho de 2021


Autor: Bruno Apitz

Editora: Universo dos livros

Número de páginas: 464

Skoob

Em fins de março de 1945, a organização comunista secreta do campo de concentração de Buchenwald é abalada pela chegada de um garotinho de apenas três anos, trazido dentro da mala de um judeu polonês. Agora, Bochow, Krämer, Höfel, Pippig e seus camaradas do Comitê Internacional do Campo precisam enfrentar um dilema cruel - e também as consequências de suas escolhas.

Qual seria, então, a opção mais sensata: esconder a criança, arriscando todo o grupo ou enviá-la no próximo comboio com destino à morte iminente? Esse é o emocionante relato de uma história eletrizante e humana ambientada na dura realidade da Segunda Guerra Mundial.


Informações sobre o original

A primeira publicação do livro, em 1958, causou comoção intensa e rapidamente esgotou os estoques de exemplares impressos. Em razão da turbulência política que permeava a época da primeira edição e da clara intenção de Bruno Apitz quanto a retratar a vida no campo de concentração de forma deveras impiedosa, deu-se início uma série de polêmicas acerca da obra.

Apesar da situação conflituosa, a narração foi adaptada para a televisão da Alemanha oriental em 1960; transformada em um filme homônimo pelo diretor Frank Beyer, em 1963; e em 2015, adaptada novamente para a televisão, sob o mesmo título, mas dessa vez pelo diretor Philipp Kadelbach, consagrando-se uma vez mais como símbolo da resistência antifascista.

Nesta nova edição, a Universo dos Livros relança o fenômeno literário mundial incluindo os trechos que haviam sido censurados em edições anteriores.


Este livro estava na minha meta de leitura de 2021, eu li e ao mesmo tempo que reconheço que é um ótimo livro, não consigo não sentir dor nas linhas dessa narrativa. 

É angustiante ler sobre os detalhes do campo de concentração, como era organizado, como funcionava, o que os homens ali presos passavam. Com o decorrer da leitura, o coração fica apertado quando uma criança chega escondida nesse terrível lugar, a sorte é que ela encontrou pessoas do bem, pessoas que sim pensavam na própria sobrevivência e em alguns momentos questionaram suas decisões de proteger tal ser tão pequeno mas, o espírito da bondade é o que prevalecia dentro deles, para sorte do garotinho. 

Quantas vezes essa criança foi quase descoberta, e o que foi preciso para mantê-la em segredo, o desespero de quem a levou lá para dentro, e a revolta dos superiores quando descobriram que havia uma criança entre eles. 

É chocante ler sobre tamanha crueldade de seres humanos para com seres humanos, é dolorido ver que pessoas torturavam pessoas, mas é mais desesperador pensar que, embora a gente viva num país livre e democrático, sabemos que a crueldade ainda existe, que torturas ainda acontecem e pessoas ainda são mantidas presas em muitos lugares, e isso tudo fica "camuflado" numa sociedade com mil e um atrativos. 

Ao ler esse livro me deparei com reflexões a cerca do valor da liberdade para fazer coisas simples do dia a dia, com o valor de ir e vir, com o valor que muitas vezes não atribuímos às nossas "simples" vidas.

O livro é forte sim, é tenso, é triste, mas recomendo a leitura pois ele esclarece, informa, e nos tira as vendas dos olhos para uma época da história mundial que não podemos deixar que se repita.



Amor por livros - parte 1/2

sexta-feira, 9 de julho de 2021

Quem me conhece um pouquinho sabe do meu amor por livros, eu não posso ver uma livraria que já quero ir entrando e comprando (mesmo que minha conta bancária fique berrando nos meus ouvidos para não mexer na carteira). 

Eu devo esse amor aos livros ao meu pai que, sem querer (ou querendo), me incentivou a isso. Mas acredito que essa relação profunda com os livros começou bem antes de aprender a ler, começou com os livros de pintura. 

Quando eu era pequenina, lembro que minha mãe comprava livros com gravuras para pintar, eu amava e digo com toda a certeza: foi aí que comecei a ter os primeiros contatos com páginas, com folhas, com um objeto que eu tinha que folear mesmo que fosse para simplesmente pintar gravuras. 

Aprendendo a ler, meu pai, todo o mês quando ia no banco pegar o seu dimdim decorrente de seu trabalho, passava na banca de revistas e me trazia gibis. E eu ia saber o que era aquilo!! Porém, aos poucos eu ia vendo, descobrindo e lendo, um atrás do outro, até que eu tinha uma caixa grande lotadinha. Eu lia e relia, eu sabia todas as historinhas que tinha em cada um deles só vendo a capa. Tinha minhas histórias favoritas e estas eu relia dezenas de vezes até decorar cada frase. Somado a isso, cresci vendo meu pai ler jornais todos os dias, da primeira à última página.


Quando eu estava chegando na pré-adolescência, parece que o dono da banca disse que eu não tinha mais idade para gibis e indicou uma revista de adolescente que meu pai comprou e me trouxe (não sei se ele entendia o que era bemmm uma revista de adolescentes, mas ele comprou minha primeira, hehehehe). Ele comprou só uma, porque em seguida ele faleceu, mas depois continuei indo na banca com minha mãe e fiz coleção de revistas de adolescentes, hehehehe. 

Parece algo bobo, mas vejo que meu amor por livros foi construído dessa forma, dos livros de pintar até as revistas de menininas em crescimento, hehehehe. Nesse período eu me aproximei de "coisas" como: páginas, folhas, textos, histórias, etc. 

Depois disso, quando já estava namorando, hoje ex sogra, que amava ler livros de romance, começou a me emprestar alguns livros e aí eu entrei num caminho sem volta, hahahahahaha, do amor por livros! Óbvio que aqui pulei os livros do ensino médio que tive que ler para as aulas de literatura, mas foram livros que li na obrigação mesmo e não por querer. 

Tempinho depois, quando entrei na faculdade de Sistemas de Informação eu precisei de um computador, afinal eu estava iniciando uma faculdade da área de tecnologia, ia necessitar de um computador em casa. Com o primeiro computador e inúmeras tarefas da faculdade, Fernandinha curiosa entrou em ação e descobriu na internet os blogs, na época eram praticamente, literalmente diários pessoais mesmo, hehehe. 

Da leitura para a escrita, e foram tantos blogs criados e apagados, até que um dia, nas férias de verão da faculdade, eu sem nada para fazer fiquei vagando na internet em blogs e num deles tinha um desafio: escolher um personagem de algum livro e criar uma entrevista para esse personagem, tinha um porquê esse desafio, mas na hora nem dei bola, fiz e enviei. 

Dias depois, tinha um e-mail da dona do blog dizendo que eu tinha sido selecionada para ser colunista do blog dela, colunista de entrevistas com autores, era o blog Bookaholic. Oie? Quem? Eu?  Entrei em choque, nunca imaginava nada daquilo, eu era mega tímida, como assim eu fazer entrevistas mesmo que por escrito? E detalhe: aquele era o último dia que eu tinha para responder senão iam escolher outra pessoa. No susto mesmo aceitei. E aqui começa outra fase da minha vida de leitora que vou contar em outra postagem.