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sábado, 2 de janeiro de 2021

2019 em 19 dias - dia 4

 No final do ano de 2019, eu fiz uma série chamada "2019 em 19 dias" e postei no meu Facebook. Hoje resolvi compartilhar aqui no blog. 

Mas há uma recomendação: leia na sequência dos dias, dia 1, dia 2... a minha trajetória em 2019 aconteceu nessa sequência. 

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Meu desapego nesse ano foi além do material, 2019 foi um ano de desapego também de crenças, pensamentos ruins, manias que atrapalhavam minha vida, traumas que eu tinha copiado não sei de onde nem de quem e não necessariamente vividos por mim. Analisei meu interior, analisei minha mente, procurei entender porque eu pensava daquele jeito, procurei entender meus medos, minhas aflições, minhas tristezas. E esse foi um servicinho longo, porém um dos mais significativos. Se todos tivessem ideia de como acumulamos lixo na nossa mente, na nossa alma...se todos nós fizéssemos essa limpeza mental, se tivéssemos a mania de ficar em silêncio e se auto observar, com certeza teríamos mais paz, mais estabilidade emocional e viveríamos muito melhor. E esse é um exercício que quero levar para o resto da vida: me questionar, me observar e de resolver o que não está bem. Quero que problemas surjam na minha vida para eu aprender algo e não fazerem morada na minha mente e na minha alma. Gratidão Universo!



2019 em 19 dias - dia 3

 No final do ano de 2019, eu fiz uma série chamada "2019 em 19 dias" e postei no meu Facebook. Hoje resolvi compartilhar aqui no blog. 

Mas há uma recomendação: leia na sequência dos dias, dia 1, dia 2... a minha trajetória em 2019 aconteceu nessa sequência. 

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Já faz algum tempo que procuro fazer faxinas grandes pelo menos no final do ano nas quais eu descarto tudo o que não uso ou que deixei de gostar. Porém nesse ano "sabático" isso ficou mais forte, além de desapegar de coisas, objetos que eu não usava mais, desapeguei principalmente do que não me transmitia uma boa energia. Nesse ano repensei em muitos gostos meus, agora num processo de desaceleração e de cortes com as coisas ruins do passado, eu corto também os objetos que não tem a ver comigo de verdade. Uma vida mais leve, mais simples, uma vida mais voltada para meu interior sem a aflição do comprar, comprar, comprar.  Farei novas compras quando eu realmente quiser, sem pressa, comprarei o que eu realmente gosto de ter em casa ou usar (mas sem acúmulos). Esse desapego de itens físicos fez a energia na minha vida circular, abriu espaço para o novo, abriu espaço para as novas aquisições de 2020. Gratidão Universo!



2019 em 19 dias - dia 2

No final do ano de 2019, eu fiz uma série chamada "2019 em 19 dias" e postei no meu Facebook. Hoje resolvi compartilhar aqui no blog. 

Mas há uma recomendação: leia na sequência dos dias, dia 1, dia 2... a minha trajetória em 2019 aconteceu nessa sequência. 

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Quantos comportamentos temos que nada tem a ver conosco? Quantas manias temos que na verdade nem são nossas, mas sim herdadas de nossos antepassados? Quantas vezes contaminamos nossa essência com comportamentos de nossos ancestrais? Quantas vezes vivemos o que não é nosso?  O passado é um instrumento muito valioso para nosso futuro, compreendendo o passado nos livramos de bagagens que não são nossas e nossa viagem com destino a um lindo futuro fica muito mais leve. Nesse processo de desaceleração, parei e olhei meu passado, meus antepassados, os compreendi, os perdoei, me entendi mais, tive respostas...fiz as pazes com meu passado e agora sigo para 2020 muito, muito mais leve. Gratidão Universo!



2019 em 19 dias - dia 1

No final do ano de 2019, eu fiz uma série chamada "2019 em 19 dias" e postei no meu Facebook. Hoje resolvi compartilhar aqui no blog. 

Mas há uma recomendação: leia na sequência dos dias, dia 1, dia 2... a minha trajetória em 2019 aconteceu nessa sequência. 

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Ano "sabático". Depois de muito tempo ligada a 1.000 volts, depois de viver por anos sem pensar no significado de cada coisa da minha vida, depois de viver procurando responder às expectativas da sociedade, entre tantas outras coisas ... decidi parar nesse ano. Em 2019 parei de malhar na metade do ano, deixei planos que eu tinha totalmente de lado, não me importei com listas pessoais de tarefas, enfim, desacelerei e por mais que a sociedade em si cobre atitudes de todos nós, eu procurei não me deixar contaminar por essa pressão. Mas não é fácil, naturalmente eu sou ligada em 1000 volts, portanto desacelerar não foi fácil. Como eu ia conseguir me acalmar, a limpar minha mente, a olhar para o horizonte, como eu ia achar minha essência...isso eu não tinha a mínima ideia. 2019 portanto, foi um ano inteirinho que eu dediquei a desacelerar, a olhar para dentro de mim, a colocar numa "montanha" ao meu lado todo o resto para cuidar depois... tarefas, sonhos, planos para o futuro, tudo de lado... minha preocupação foi meu interior, minha paz, minha essência.  Para mim foi o ano da cura, da desaceleração. Gratidão Universo!




domingo, 13 de dezembro de 2020

O único lado que deveria existir

                                         


Direita ou esquerda? Este político ou o outro? Atitudes mais conservadoras ou mais radicais?

Atualmente vejo muitas pessoas classificarem mais ou menos dessa forma tudo o que acontece em nosso país. A pandemia, o desemprego, a gripe que a avó pegou, o acidente grave que ocorreu numa estrada específica, etc. Parece que tudo é culpa dos governantes!!

Deixo claro que não estou defendendo nenhum político muito menos dizendo que os governantes não têm certas responsabilidades, estou analisando apenas a nossa moda de achar culpados para tudo, porém muitas situações a culpa são de nós mesmos.

Retirando situações que sim, são descasos do governo ou simplesmente da força da natureza, outras são culpa nossa.

Acidentes nas estradas nem sempre é culpa dos buracos, muitas vezes é culpa do motorista que bebeu uma cervejinha e achou que não ia dar nada, ou do proprietário do carro que fez aniversário de 5 anos sem revisão.

Desemprego pode ser consequência também de má administração ou de desvios de dinheiro, porque simmmm pessoas, nas empresas privadas também podem ter desvios de dinheiro sabiam?

Gripe da vó pode ser porque ela está com a imunidade baixa, pode ser que por conta da idade mesmo e porque o corpo está seguindo seu ritmo ou porque não está tendo alimentação rica em nutrientes que necessita.

A pandemia, essa merece um parágrafo especial. Apesar de haver inúmeras teorias de onde surgiu, como surgiu, a proliferação de números de contaminados não é necessariamente devido o vírus existir, mas sim pelo comportamento das pessoas que não estão se cuidando como devem, claro, do grupo de pessoas que está agindo assim.

Esses são alguns exemplos aleatórios para falar do costume que as pessoas estão tendo do ataque gratuito. Não digo que não possa haver opiniões contrárias sobre os assuntos, estou dizendo que nem tudo é culpa dos governantes, sejam eles quais forem.

Vejo que independente de quem esteja governando o país, o estado ou nossa cidade, para muitos tudo é culpa deles. Tudo é culpa do governo, da empresa, do tempo, das estrelas, dos pássaros, da temperatura, da época do ano, das leis, da poluição, dos rios, ou da falta de rios, ufa! Estamos numa fase de culpar tudo por tudo, menos a nós mesmos.

Todo mundo vê o rabinho do outro menos o seu próprio, todo mundo vê o defeito do colega, do vizinho, menos os seus próprios defeitos, todo mundo vê os erros na administração pública, menos os erros de administração de suas próprias casas, todo mundo vê o erro do amigo, menos os seus.

Ver esses erros, esses defeitos alheios também não têm nada de ruim desde que a gente veja os erros ao nosso redor onde temos alcance e poder de mudança. Não estou dizendo que devemos fechar os olhos para o que ocorre de ruim no mundo, estou dizendo que muitas das mudanças que exigimos dos outros podem começar por nós mesmos. Estou dizendo que a mudança começa dentro de nós e depois em nossa casa, em nosso bairro, em nossa cidade...

Esquerda, direita, norte, sul, diagonal, reto, curvado... nada disso deveria nos separar, nosso povo deveria se unir para o bem de todos, para o bem de nossa terra independente de quem esteja no governo, independentemente de partido.


Em vez de se unirem, as pessoas estão criando barreiras e se separando pela escolha de "lados", sendo que o único lado que deveria existir é o lado de ser brasileiro e querer o melhor para o país onde vivemos.


O valor do nosso trabalho

  


Vejo tantas pessoas em nosso país reclamarem do salário, do (a) chefe, do trabalho, disso e daquilo, vejo empresários ou pessoas em cargo de chefia reclamarem de seus subordinados, vejo um país onde o povo reclama pois não ganha o suficiente para viver.

Porém, vejo também pessoas com medo de serem demitidas e aguentando xingamentos de seus chefes, vejo pessoas humilhadas, trabalhando em péssimas condições de trabalho com medo de perderem o emprego e não terem como colocar comida em suas mesas. Nosso país vem sendo explorado desde o seu descobrimento e nosso povo carrega essa energia inconscientemente, carrega essa "herança" da exploração e talvez por isso esse comportamento de serem humilhados, ganhando mal e baixando a cabeça.

Precisamos mudar esse cenário e isso se faz com cada trabalhador dando mais valor à sua força de trabalho, isso se faz com não aceitar assédio moral no ambiente de trabalho e não digo que quem sofre isso deve brigar, dar porrada, não, nada disso, mas essas pessoas devem com educação se impor e exigir respeito. Cada um de nós tem valor, cada tarefa que fazemos por mais simples que pareça deve ser valorizada e quem deve reconhecer esse valor em primeiro lugar é nós mesmos.

Devemos dizer não ao assédio moral e a todos os outros assédios que por ventura ocorrem, nesse caso, estamos falando do ambiente de trabalho.

Devemos dizer não às horas extras que viram rotina e não algo que precisa ser realizado de vez em quando, porque sim, de vez em quando pode ser necessário, mas isso deve ser exceção e não regra e claro, deve ser remunerado.

Devemos dizer não a atividades que fogem do que foi combinado ser realizado no contrato de trabalho, na contratação.

Devemos dizer não à salários que sabemos que estão muito abaixo do mercado.

Devemos dizer não a falta de respeito, de educação por parte de chefias e colegas.

Devemos dizer não a "favores" a serem feitos em finais de semana ou feriados, a não ser claro, que tenha sido de comum acordo na contratação.

Devemos dizer não a não valorização de nossa mão de obra.

O país precisa de trabalhadores, se todos se unirem e valorizarem a si mesmos, quem contrata não terá outra opção a não ser valorizar também.

Entendo que muitos têm medo de agirem assim, afinal, se não se submeterem a certas situações exploradoras, serão demitidos e não terão o que comer. Mas a construção desse valor não precisa ser radical, pode ser aos poucos, usando argumentos e conversas francas e respeitosas. Quando fazemos um bom trabalho e somos respeitosos com quem nos contrata, não há porque essa pessoa nos prejudicar e se assim fizer, saiba que está se livrando e não perdendo.

Precisamos perder esse medo de nos dar valor, precisamos perder esse medo de enfrentar, com respeito e conversas educadas, nossos superiores. Eles não são monstros, eles não são deuses que irão nos julgar e nos condenar pelo resto da vida, eles são seres humanos que testam seus funcionários até onde esses permitirem e da forma que permitirem. Ninguém pode destruir nossa autoestima, nossa vida, nossos sonhos se não dermos autorização.

O brasileiro precisa se valorizar mais, procurar menos brigas e mais entendimentos, precisa ver que numa entrevista de emprego não é apenas o contratante nos entrevistando, mas também nós que devemos entrevistar o contratante para saber sobre a empresa, o que ela nos oferece e como será nossa função. Precisamos também entrevistar quem nos contrata para saber se aquele lugar que estão nos oferecendo uma vaga de emprego é um lugar que se encaixa nos nossos requisitos de onde queremos trabalhar, pois não é apenas nós que devemos nos encaixar nos requisitos de uma vaga, esta mesma vaga precisa nos encaixar nos nossos requisitos de onde queremos passar horas e horas do nosso dia. Mas para quem não tem esses requisitos e qualquer coisa serve, bom, para esses qualquer exploração, qualquer salário, qualquer assédio também serve.

Nós temos o poder da valorização de nosso trabalho, de nossas vidas. Vamos cortar os laços com nossos antepassados que foram tão explorados, vamos honrar eles sim, vamos conservar a garra e demais valores positivos mas vamos deixar no passado o comportamento de serem explorados. Eles foram explorados, não tinham muitas escolhas, nós temos, nós não precisamos dessa exploração. Vamos entregar ao passado esse sentimento e vamos construir um novo legado, do respeito, da valorização de nossa mão de obra, vamos construir um novo passado para a futura geração.


domingo, 29 de novembro de 2020

Quem nos representa

Domingo, dia de segundo turno nas eleições municipais e dia de muitas brigas e de muitas alegrias. De um lado a felicidade da vitória naquele candidato que acreditamos e votamos, de outro a revolta dos que votaram em quem perdeu. Há! Mas tem ainda o grupo de quem acredita que ninguém deveria ter ganhado. Sim, devemos respeitar o modo de pensar de cada um, porém também devemos deixar de sermos orgulhosos e analisar a situação com clareza. 


Quantos de nós já reclamou do nosso país? Quantos de nós quer e quer isso ou aquilo dos governantes? E quantos de nós entendem o que é o voto? Quantos povos não possuem essa alternativa de escolher seus governantes! Quantos povos não tem a liberdade de decidir quem vai cuidar de sua casa, de seu país! Hoje, como foi à 15 dias atrás, não será 1 candidato que irá ganhar nas cidades com 2° turno, mas será sim a consciência, será a liberdade de escolha, será sua reflexão de escolher 1 candidato para representar sua cidade. Precisamos amadurecer e ver com clareza a importância do voto. Nosso povo (e isso inclui todos nós), precisa sair da adolescência e ir para a vida adulta, vida adulta que pede reflexão, vida adulta que pede batalha, vida adulta que pede que defendemos não 1 candidato mas sim uma melhor administração de onde moramos. 

Portanto hoje, independente de quem ganhar, vamos enviar boas vibrações para que essa pessoa faça bom uso do cargo que vai ocupar e se caso não fizer, vamos cobrar. Somos 1 povo abençoado por morarmos em 1 terra onde podemos escolher quem vai administrar nossa cidade, nosso estado, nosso país! Vamos sair de nossas confortáveis posições cômodas de só criticar e vamos fazer nossa parte, nós podemos, nós temos esse direito. 

Se queremos ser tratados como pessoas adultas, se queremos ser tratados como respeito, vamos respeitar, vamos defender onde moramos com argumentos e vamos fazer nossa parte com coerência. Precisamos entender que não é a pessoa X que governa nossa cidade, quem governa é o povo que é representado pela pessoa X. Vamos acordar para os direitos que temos, vamos lutar por eles, essa luta é nossa! 

OBS: não é porque a eleição acabou que vamos esquecer da importância de conhecer em quem vamos votar, não é porque a eleição acabou que vamos fechar nossos olhos para fiscalizar quem nos representa, todo dia é dia de mudarmos nossas atitudes e ajudar esse país a ser um lugar melhor para se viver. Lembrem: não serão os governantes que vão mudar nosso país, quem muda é o povo e o povo somos todos nós. 


terça-feira, 1 de setembro de 2020

Resenha: A sabedoria da transformação

Autor: Monja Coen
Editora: Academia
Número de páginas: 190



Sinopse:

Neste livro, Monja Coen, missionária oficial da tradição Sôtô Zenshû para o Brasil, convida o leitor a lançar um olhar sobre si mesmo e a rever valores e conceitos. Num texto leve e bem-humorado, conta fatos históricos e situações cotidianas, fala de personagens ilustres e de pessoas comuns. A sabedoria da transformação procura nos conscientizar da importância de refletir sobre as nossas atitudes no dia a dia, para que, fazendo o nosso melhor, possamos ser
a transformação que desejamos ver no mundo.

Buscar a paz interior e, consequentemente a felicidade, é uma meta a ser conquistada. Através do desa o da vida humana, podemos encontrar um caminho de prática que nos leve ao nosso eu verdadeiro para desfrutarmos de uma vida simples e feliz.

Monja Coen, neste livro, nos presenteia com um texto claro e objetivo, recheado de amor ao próximo. Através de re exões sobre acontecimentos ocorridos e experiências vividas, a autora ajuda ao leitor a refletir sobre suas atitudes e a buscar a transformação. O momento é agora, comece, pratique, busque.

Conjunto de pequenas histórias reais, palestras, aulas que ela deu e pensamentos da monja, mensagens pelas quais ela procura nos provocar a pensar sobre nosso comportamento e atitudes, é isso que o livro aborda. 

Atualmente vivemos numa correria e enfrentamos um bombardeio de informações vindas principalmente da internet e o acúmulo destas provocam um comportamento de seguir a multidão, nem sempre filtramos o que lemos, o que escutamos e muito menos analisamos nosso próprio comportamento. Precisamos de leveza, de excluir de nossa vida o rancor, a raiva, os ressentimentos pois estes só nos contaminam de uma forma muito prejudicial. Não somos vítimas de nada, não somos coitadinhos, somos seres humanos responsáveis por cada ação que temos e portanto também pelas consequências que elas geram. 


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"Céu e inferno estão em nós mesmos. Quando entramos no mundo do ódio, da raiva, do rancor, da vingança, do ciúme, do tédio, da preguiça, da ganância, da ignorância, penetramos o inferno."
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Estamos passando por uma fase mais de reação e menos de responder com calma com reflexão. O controle sobre nosso comportamento, de nossas emoções e das atitudes com os outros, podem provocar uma reação em cadeia de melhoria do mundo, das relações humanas. Mas isso vem através de treino, não é de um dia para outro, é preciso disciplina e também de silêncio, cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo. 


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" Buda dizia que a mente humana deve ser mais temida que cobras venenosas e assaltantes vingadores. Temos de vigiar a nós mesmos para obter a verdade."
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Temos pressa para tudo, sendo que a natureza tão linda e sábia possui a paciência necessária para esperar cada planta brotar, crescer, florescer, devemos inserir essa sabedoria nos nossos dias e entender que nossa evolução requer tempo, nossa e das pessoas ao redor e isso também inclui estar presente em cada momento, viver o agora. Nós criamos a realidade que na qual nos encontramos.  "Céu e inferno estão em nós mesmos."


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" Segundo os ensinamentos budistas, não é necessário que queiramos nos vingar de alguém nem mesmo desejar o mal a quem nos fez o mal. A lei da causalidade é implacável. O mal produzido será recebido de volta. "
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Monja Coen nos mostra que estamos todos interligados, somos um só e cada atitude boa ou ruim que temos, beneficia ou prejudica as pessoas ao redor e a nós mesmos. 

O livro é de leitura rápida, e como já disse no início é formado por pequenas histórias e esse formato não me prendeu tanta atenção. Mas deixo claro, adorei todas as mensagens do livro, são lições muito ricas e importantes, porém prefiro leituras com capítulos interligados. Recomendo muito a leitura.