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terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

O que somos pode ser projetado

 

Durante boa parte da minha vida eu acreditei que éramos o que nos foi ensinado quando éramos crianças, e que podíamos sim mudar, mas com os acontecimentos da vida, por exemplo: uma dificuldade no trabalho poderia nos transformar um pouco; a perda de uma pessoa da família etc.

Nunca pensei na possibilidade de escolhermos como queremos ser e mudar algumas de nossas maneiras independente se nos foram ensinadas na infância ou a vida tenha nos feito aprender.

De uns meses para cá, posso dizer até de uns 2 anos para cá, comecei a perceber que sim, podemos , se quisermos, definir como queremos ser ou sermos apenas quem fomos ensinados a ser e está tudo bem.

Com isso não digo de nós renunciarmos o que nos foi ensinado pelos nossos pais, pela comunidade, não é nada disso! O que quero dizer é agregarmos comportamentos e valores que não aprendemos na infância e nem com os desafios da vida, mas que acreditamos que poderiam agregar em nossa vida.

Digo em refletir sobre quem somos e quem queremos ser e ver se para ser quem queremos ser, temos a bagagem para tal, se temos os valores necessários, se temos comportamentos necessários. Mas aqui não digo para imaginarmos um tipo de pessoa que está na moda ser e a gente construir rotinas, mudar formas de falar, de agir de maneira forçada para se tornar aquele tipo de pessoa da “moda”, também não é isso.

Falo aqui em desejarmos de coração sermos pessoas melhores, conquistarmos várias coisas sim que queremos ser realmente e observarmos em nós mesmos se temos os pré-requisitos para atingir tais objetivos.

Por exemplo: você é uma pessoa que dorme até meio dia, estuda de tarde, não trabalha, mas quer ter uma posição de destaque numa empresa que tu não é nem funcionário ainda, mas tu sonha em fazer parte daquela empresa, mas será que dormindo até meio dia, estudando de tarde e de noite talvez vendo filme ou jogando até a madrugada tu vai atingir esse objetivo? Talvez você tenha que começar a organizar melhor tua hora de lazer e em vez de entrar madrugada vendo filme, você estabeleça ver até meia noite, em vez de dormir até meio dia você defina levantar as 8 horas e estudar o que é dado nas tuas aulas da tarde, fazer um currículo, descobrir o que a empresa que tu sonha em trabalhar valoriza, por exemplo: que a pessoa saiba falar inglês... e tu ir atrás dessas atribuições. Entendem?

No meu caso em particular, eu me considero uma pessoa do bem, que tem acesso a educação e que teve uma educação no tempo que era exigido saber da matéria para passar de ano, me considero uma pessoa educada e procuro respeitar todos ao redor, procuro ser uma melhor versão de mim, isso com base no que me foi ensinado na vida e no que eu aprendi com os obstáculos que enfrentei.

Porém eu não estava satisfeita comigo, eu sentia que precisava melhorar mais, eu queria melhorar mais, mas eu não via que eu poderia definir quem eu queria ser, qual melhor versão de mim eu queria e ir atrás disso. Quando eu tive essa visão eu escrevi quem quero ser, os valores que quero manter e os que quero adquirir, defini o que sou que me orgulha e permanecer com as coisas boas que tenho, mas também defini o que quero melhorar.

No meu caso, eu quero melhorar minha oratória, quero saber trabalhar com minha timidez de forma que ela não me impeça mais de ir atrás de sonhos que tenho, quero me vestir melhor, quero aprender a me maquiar e ser uma pessoa que presta mais atenção na imagem que transmite, quero me aproximar mais das pessoas, quero ter um padrão de vida confortável, quero falar inglês com nativos e mesmo que eu erre uma coisa ou outra, quero que eu seja compreendida por eles.

Quero aprender a me vestir de forma que eu passe o que sou, inclusive nunca tinha pensado que o modo de vestir reflete o que somos e eu percebia isso só olhando para os outros, nunca tinha parado para pensar no que eu estou/estava transmitindo.

Quero refinar minha educação, quero ser mais gentil, quero ser uma pessoa que vai poder viajar para vários lugares, quero ter uma vida social novamente, mas sem exageros, quero ser objetiva sem deixar de ser humana.

 Eu consegui definir quem eu quero ser, eu escolhi a versão da Fernanda do futuro, e quando eu me dei conta que podia fazer isso, eu comecei a em seguida ver como eu poderia me transformar nessa Fernanda idealizada.

Logo em seguida de eu pensar em como poderia colocar isso em prática, essa busca por esta Fernanda, a produtora de conteúdo Vitória Portes lançou o curso O Código da Elegância e mesmo com poucos recursos financeiros me matriculei logo após a live de lançamento em 2024. Se eu ia conseguir pagar, não sabia, mas sabia que eu precisava daquele conteúdo pois era a resposta para minha pergunta: como me transformar na pessoa que quero ser?

Graças ao universo estou quase concluindo o pagamento do curso, que claro, parcelei. E digo: valeu a pena cada centavo investido! Aprendi muitooooo! Sobre a parte de elegância que eu nem sabia que queria ter, mas ao ver as aulas do curso, vi que era um outro ponto que eu quero agregar para minha vida, aprendi que elegância não tem a ver somente com a roupa que usamos, mas sim, também com nossos gestos, nosso ambiente, a maneira como falamos, gesticulamos, tem a ver com cabelo também, tom de voz... enfim... inúmeras outras coisas que eu não tinha parado para pensar. Não coloquei tudo em prática, porque consegui a pouco tempo colocar as aulas em dia e fazer anotações sobre elas, mas ainda nesse mês vou imprimir e evisar tudo o que eu anotei e ir colocando em prática conforme minhas possibilidades financeiras (o que depende de investimentos, exemplo: mudança nas peças do guarda roupa), mas o restante que eu puder colocar em prática já, assim farei. E não farei isso para ser uma pessoa fria, pré-definida, não...nada disso, farei isso porque eu escolhi melhorar nesse sentido, eu escolhi melhorar além do que me foi ensinado e aprendido com os desafios da vida.

Outros pontos além do curso é que quero ler mais, quero ser mais culta, quero estar informada sobre o que acontece no mundo, o que acontece de relevante, quero um dia ter um bom padrão de vida vindo do meu trabalho, desejo um dia ser uma empresária sim. Quero ser uma pessoa saudável que pratica atividade física todos os dias, ou quase todos, porque é importante para nosso corpo e sei que é importante para meu coração; quero ter uma alimentação saudável apesar de eu curtir comer besteiras.

E  o que estou fazendo para alcançar isso tudo? Comecei a me desafiar, com muita calma, a incluir salada e frutas na minha semana, por exemplo: durante duas semanas tenho que comer uma fruta e salada duas vezes na semana, depois mais duas semanas comendo três vezes e aumentando aos poucos até atingir todos os dias. Confesso que isso não vai ser tão difícil porque amo frutas, mas confesso que tinha deixado de comer e salada eu curto também, mas nem sempre havia no meu almoço, agora eu vou atrás dela e faço ela estar presente.

Atividades físicas eu estou começando com a mesma estrutura de desafios, começando duas vezes por semana e depois ir aumentando até chegar em todos os dias. E aqui estou começando com alongamentos que preciso fazer e abdominais porque não quero ter pança saltada não.

Estou procurando ser mais calma e não reagir sem pensar quando algo me irrita, isso tem me ajudado também na questão de saúde mental também e a diminuir minha ansiedade. Estou aprendendo a ouvir mais e falar menos, estou filtrando mais as conversas que tenho evitando perder tempo com embates desnecessários que não vão me agregar coisa alguma. Estou me controlando ao gravar vídeos para o Youtube para que eu gesticule menos, estou procurando novos hábitos sadios, como voltar a escrever em blogs, estou mantendo minhas unhas bem cortadas, e com esmalte, nem que seja transparente, estou comprando produtos para minha pele e pequenas makes para que eu comece a treinar em casa a me maquiar.

Enfim, estou focada em construir a Fernanda que projetei sim, e aos poucos estou mudando, melhorando e sei que vou chegar na versão que quero, logo logo. Estou saindo do “culpa do destino”, “culpa da criação que tive” para “eu quis ser assim, eu projetei a Fernanda que sou hoje, eu fui atrás do que eu precisava aprender para ser quem sou agora”.


domingo, 13 de dezembro de 2020

O valor do nosso trabalho

  


Vejo tantas pessoas em nosso país reclamarem do salário, do (a) chefe, do trabalho, disso e daquilo, vejo empresários ou pessoas em cargo de chefia reclamarem de seus subordinados, vejo um país onde o povo reclama pois não ganha o suficiente para viver.

Porém, vejo também pessoas com medo de serem demitidas e aguentando xingamentos de seus chefes, vejo pessoas humilhadas, trabalhando em péssimas condições de trabalho com medo de perderem o emprego e não terem como colocar comida em suas mesas. Nosso país vem sendo explorado desde o seu descobrimento e nosso povo carrega essa energia inconscientemente, carrega essa "herança" da exploração e talvez por isso esse comportamento de serem humilhados, ganhando mal e baixando a cabeça.

Precisamos mudar esse cenário e isso se faz com cada trabalhador dando mais valor à sua força de trabalho, isso se faz com não aceitar assédio moral no ambiente de trabalho e não digo que quem sofre isso deve brigar, dar porrada, não, nada disso, mas essas pessoas devem com educação se impor e exigir respeito. Cada um de nós tem valor, cada tarefa que fazemos por mais simples que pareça deve ser valorizada e quem deve reconhecer esse valor em primeiro lugar é nós mesmos.

Devemos dizer não ao assédio moral e a todos os outros assédios que por ventura ocorrem, nesse caso, estamos falando do ambiente de trabalho.

Devemos dizer não às horas extras que viram rotina e não algo que precisa ser realizado de vez em quando, porque sim, de vez em quando pode ser necessário, mas isso deve ser exceção e não regra e claro, deve ser remunerado.

Devemos dizer não a atividades que fogem do que foi combinado ser realizado no contrato de trabalho, na contratação.

Devemos dizer não à salários que sabemos que estão muito abaixo do mercado.

Devemos dizer não a falta de respeito, de educação por parte de chefias e colegas.

Devemos dizer não a "favores" a serem feitos em finais de semana ou feriados, a não ser claro, que tenha sido de comum acordo na contratação.

Devemos dizer não a não valorização de nossa mão de obra.

O país precisa de trabalhadores, se todos se unirem e valorizarem a si mesmos, quem contrata não terá outra opção a não ser valorizar também.

Entendo que muitos têm medo de agirem assim, afinal, se não se submeterem a certas situações exploradoras, serão demitidos e não terão o que comer. Mas a construção desse valor não precisa ser radical, pode ser aos poucos, usando argumentos e conversas francas e respeitosas. Quando fazemos um bom trabalho e somos respeitosos com quem nos contrata, não há porque essa pessoa nos prejudicar e se assim fizer, saiba que está se livrando e não perdendo.

Precisamos perder esse medo de nos dar valor, precisamos perder esse medo de enfrentar, com respeito e conversas educadas, nossos superiores. Eles não são monstros, eles não são deuses que irão nos julgar e nos condenar pelo resto da vida, eles são seres humanos que testam seus funcionários até onde esses permitirem e da forma que permitirem. Ninguém pode destruir nossa autoestima, nossa vida, nossos sonhos se não dermos autorização.

O brasileiro precisa se valorizar mais, procurar menos brigas e mais entendimentos, precisa ver que numa entrevista de emprego não é apenas o contratante nos entrevistando, mas também nós que devemos entrevistar o contratante para saber sobre a empresa, o que ela nos oferece e como será nossa função. Precisamos também entrevistar quem nos contrata para saber se aquele lugar que estão nos oferecendo uma vaga de emprego é um lugar que se encaixa nos nossos requisitos de onde queremos trabalhar, pois não é apenas nós que devemos nos encaixar nos requisitos de uma vaga, esta mesma vaga precisa nos encaixar nos nossos requisitos de onde queremos passar horas e horas do nosso dia. Mas para quem não tem esses requisitos e qualquer coisa serve, bom, para esses qualquer exploração, qualquer salário, qualquer assédio também serve.

Nós temos o poder da valorização de nosso trabalho, de nossas vidas. Vamos cortar os laços com nossos antepassados que foram tão explorados, vamos honrar eles sim, vamos conservar a garra e demais valores positivos mas vamos deixar no passado o comportamento de serem explorados. Eles foram explorados, não tinham muitas escolhas, nós temos, nós não precisamos dessa exploração. Vamos entregar ao passado esse sentimento e vamos construir um novo legado, do respeito, da valorização de nossa mão de obra, vamos construir um novo passado para a futura geração.


terça-feira, 1 de setembro de 2020

Resenha: A sabedoria da transformação

Autor: Monja Coen
Editora: Academia
Número de páginas: 190



Sinopse:

Neste livro, Monja Coen, missionária oficial da tradição Sôtô Zenshû para o Brasil, convida o leitor a lançar um olhar sobre si mesmo e a rever valores e conceitos. Num texto leve e bem-humorado, conta fatos históricos e situações cotidianas, fala de personagens ilustres e de pessoas comuns. A sabedoria da transformação procura nos conscientizar da importância de refletir sobre as nossas atitudes no dia a dia, para que, fazendo o nosso melhor, possamos ser
a transformação que desejamos ver no mundo.

Buscar a paz interior e, consequentemente a felicidade, é uma meta a ser conquistada. Através do desa o da vida humana, podemos encontrar um caminho de prática que nos leve ao nosso eu verdadeiro para desfrutarmos de uma vida simples e feliz.

Monja Coen, neste livro, nos presenteia com um texto claro e objetivo, recheado de amor ao próximo. Através de re exões sobre acontecimentos ocorridos e experiências vividas, a autora ajuda ao leitor a refletir sobre suas atitudes e a buscar a transformação. O momento é agora, comece, pratique, busque.

Conjunto de pequenas histórias reais, palestras, aulas que ela deu e pensamentos da monja, mensagens pelas quais ela procura nos provocar a pensar sobre nosso comportamento e atitudes, é isso que o livro aborda. 

Atualmente vivemos numa correria e enfrentamos um bombardeio de informações vindas principalmente da internet e o acúmulo destas provocam um comportamento de seguir a multidão, nem sempre filtramos o que lemos, o que escutamos e muito menos analisamos nosso próprio comportamento. Precisamos de leveza, de excluir de nossa vida o rancor, a raiva, os ressentimentos pois estes só nos contaminam de uma forma muito prejudicial. Não somos vítimas de nada, não somos coitadinhos, somos seres humanos responsáveis por cada ação que temos e portanto também pelas consequências que elas geram. 


***
"Céu e inferno estão em nós mesmos. Quando entramos no mundo do ódio, da raiva, do rancor, da vingança, do ciúme, do tédio, da preguiça, da ganância, da ignorância, penetramos o inferno."
***


Estamos passando por uma fase mais de reação e menos de responder com calma com reflexão. O controle sobre nosso comportamento, de nossas emoções e das atitudes com os outros, podem provocar uma reação em cadeia de melhoria do mundo, das relações humanas. Mas isso vem através de treino, não é de um dia para outro, é preciso disciplina e também de silêncio, cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo. 


***
" Buda dizia que a mente humana deve ser mais temida que cobras venenosas e assaltantes vingadores. Temos de vigiar a nós mesmos para obter a verdade."
***

Temos pressa para tudo, sendo que a natureza tão linda e sábia possui a paciência necessária para esperar cada planta brotar, crescer, florescer, devemos inserir essa sabedoria nos nossos dias e entender que nossa evolução requer tempo, nossa e das pessoas ao redor e isso também inclui estar presente em cada momento, viver o agora. Nós criamos a realidade que na qual nos encontramos.  "Céu e inferno estão em nós mesmos."


***
" Segundo os ensinamentos budistas, não é necessário que queiramos nos vingar de alguém nem mesmo desejar o mal a quem nos fez o mal. A lei da causalidade é implacável. O mal produzido será recebido de volta. "
***

Monja Coen nos mostra que estamos todos interligados, somos um só e cada atitude boa ou ruim que temos, beneficia ou prejudica as pessoas ao redor e a nós mesmos. 

O livro é de leitura rápida, e como já disse no início é formado por pequenas histórias e esse formato não me prendeu tanta atenção. Mas deixo claro, adorei todas as mensagens do livro, são lições muito ricas e importantes, porém prefiro leituras com capítulos interligados. Recomendo muito a leitura. 


sexta-feira, 3 de março de 2017

Resenha: Eu Sou

Eu Sou



Autor: Jorge Adoum (Mago Jefa)
Editora: Pensamento
Número de páginas: 159

Skoob


Sinopse:

"Neste livro, o Dr. Jorge Adoum reuniu alguns conceitos do esoterismo universal. Suas lições oferecem ao leitor interessado um modo de comungar com as coisas do espírito. EU SOU é um curso iniciático de valor inestimável. Quem guarda bem guardados os seus ensinamentos é um possuidor dos tesouros da Fonte de Vida Plena, que apressa em si o nascimento do Novo Homem Imortal."

Um livro pequeno e cheio de mensagens lindas. 

Esse livro eu adquiri por indicação da minha amiga Taty Casarino (conheçam o blog dela). No início eu não sabia muito o que esperar mas conforme eu fui lendo me encantei com as mensagens. 

Este pequeno livro reúne 365 ensinamentos todos iniciando com a frase: "Eu sou o que o criado é. Logo:" Existem ensinamentos de vários temas, cito alguns: caridade, sono, estar presente, medo, saúde, amor, verdade, sentimentos, riqueza, etc. São tanto os temas que surpreende muitos deles. 

Em muitos momentos eu parei a leitura e fiquei refletindo sobre o que eu tinha acabo de conferir no livro. Eu comecei a ler um pouco todos os dias mas como eu queria acabar com a mania de ler mais de um livro ao mesmo tempo, aproveitei o feriadão do carnaval e finalizei ele em poucas horas. 

Esse livro também contém uma introdução chamada "Ao leitor" onde o livro é explicado  e indicado até exercícios de respiração para quem quiser absorver melhor os ensinamentos. Há diversos conselhos para o leitor. 

Com certeza é um livro que traz reflexões valiosas para a vida de todos nós. 

Sobre o autor: 
Jorge Elias Adoum ou Mago Jefa era escritor e médico naturista libanês mas viveu por muitos anos no Equador e no Brasil. Muitas de seus livros falam sobre significados ocultos nas escrituras sagradas de todas as religiões, principalmente do cristianismo e visam a predispor o homem a despertar e a ativar seus pendores superiores, dando-lhe práticas para conquistar saúde física, mental e espiritual. Para saber mais sobre o autor clique nesse link com a biografia detalhada sobre a vida dele, inclusive no site que visa divulgar o trabalho dele  há uma parte com livros para baixar, inclusive esse da resenha de hoje.