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Resenha: Andídoto

terça-feira, 10 de maio de 2016


Autora: Drica Pinotti
Editora: Prumo
Número de páginas: 160
Skoob

Amanda é uma garota nova-iorquina
de 30 anos. Moderna e bem-sucedida, ela só quer uma coisa da vida: ser feliz! No entanto, quando não está tentando salvar o mundo - Amanda é advogada de uma ONG que trata de assuntos ambientais - ela está lutando contra alguma doença fatal imaginária.
Amanda não é apenas uma hipocondríaca maluca, ela é uma garota romântica e sensível que tem consciência de seus problemas e vai fazer de tudo para se manter bem longe das consultas médicas e das doenças. O motivo de tanto empenho tem nome: Brian Marshall, o vizinho perfeito que ela conheceu tempos atrás e tem um estoque infinito do remédio de que ela mais precisa: paciência.
Antídoto é um livro que, acima de tudo, prega o senso de humor, afinal quem não tem dificuldade de manter a sanidade mental frente aos problemas do dia a dia?


Se eu amei o primeiro livro dificilmente eu não amaria esse segundo né? E realmente amei.

A personagem Amanda, agora com namorado lindo e maravilhoso, em vez de tomar jeito esta cada dia pior e o coitado do amado dela é quem tem que aguentar. Tudo bem que Amanda esta muito mais feliz, inclusive esta amiga do Ali (cachorro do namorado e que foi o responsável pela aproximação de ambos), mas mesmo com essa felicidade toda e além de estar em tratamento, bom .... ser hipocondríaca não é fácil e por isso é que a loucuras dela continuam. 

Mas não é só a obsessão por remédios e doenças que domina a vida da personagem não, agora ela esta a mil por hora no trabalho devido a chegada de um novo chefe (e o primeiro encontro dela com ele é....bom....hã...no mínimo desastroso) e tem mais, agora ela anda com crises de ciúmes das brabas em relação ao amado (o motivo? leiam o livro!). 

Mas será que Amanda não se cura nunca não? Se levarmos em consideração que os sintomas imaginários dela começam a não ser tão imaginários assim, é, acho que ela piora um pouquinho... ou será que esses sintomas reais não são o antídoto para as loucuras dela?



Livro fofo, lindo, apaixonante!!! Eu super, mega recomendo, porémmmmm, para ler esse e sentir bem o drama da personagem, aconselho a lerem o primeiro livro antes (A Pílula do Amor).

Resenha: A Pílula do Amor

quinta-feira, 9 de outubro de 2014
A Pílula do Amor



Sinope (retirada da contra-capa do livro):

Esta poderia ser mais uma daquelas histórias em que a protagonista está na faixa dos 30 anos, é bonita, descolada, tem um emprego legal, uma mãe meio rebelde e sonha com um grande amor que de preferência não dê muitos palpites em sua vida. Poderia, se Amanda não contasse com um ingrediente a mais: ela é totalmente, absolutamente, hipocondríaca. Não passa uma semana sem se presentear com uma consulta ao novo especialista da cidade, sejá lá qual for a especialidade.

A chegada de Brian à vida de Amanda bem que poderia dar uma virada de mesa nessa situação, mas ele tem um cachorro, o que inviabiliza qualquer possibilidade de romance. Afinal, Amanda prefere morrer solteira a conviver com os milhares de germes que habitam o corpo daquele animal "selvagem" ...

Minha opinião:

A autora , Drica Pinoti, foi uma de minhas entrevistadas na minha ex-coluna do Bookaholic - confiram aqui - e foi nesta ocasião que eu conheci o trabalho desta autora. E enquanto não comprei A Pilula do Amor para mim, não susseguei, hehe.

Comecei  a ler este livro imaginando algo gostoso de ler, leve e com bastante romance. Terminei de ler ele com a imagem de: um livro muitoooooooo gostoso de ler, leve, engraçado, romantico sim mas sem aquela doçuraaaa excessiva.

Confesso que eu meio que me identifiquei com a personagem, ao mesmo tempo que não me identifiquei...entenderam? Nem eu.

Bom, a personagem Amanda é hipocondriaca (eu não sou, alias sou ao contrário, raramente tomo remédio), mora sozinha (um desejo meu), tem sua vida profissional resolvida (to tentando resolver a minha), mora em Nova Iorque (bem que eu moraria se tivesse oportunidade...olhaa que estou estudando inglês...hehe), tem uma vida sentimental um pouco desastrosa (ai eu sou igual a Amanda) e está nas vésperas de fazer 30 anos (acabei de fazer).

Ela tem uma vida que em nada daria pra reclamar, exceto pelo fato de ser hipocondriaca. E o que me chamou atenção no livro (uma dassss coisas que me chamou atenção) foi que a Amanda sabe que é "biruta por doenças". Quando comecei a ler o livro, imaginei que se aceitar assim, seria um dos desafios da personagem...mas não, ela sabe que tem essa doença, sabe que não é saudável ... mas até o momento que se passa a história, não sabia como se curar. Quer dizer...lá pela finaleira do livro ela meio que ... descobre..ou acha... (não vou contar né...senão não tem graça).

Durante a história Amanda passa por muitas situações de "quase romance", mas nada da certo. Essas passagens já são um festival de risadas a parte (risadas para o leitor e não pra Amanda coitada).  Na história ainda, ela conhece um vizinho muito interessante, que ela lutaaa para não ser diplomática com ele, pelo simples fato do cachorro dele ter mordido ela (se para você isso não é quase nada...lembre que Amanda é hipocondriaca).

Mas chega um momento que ela ... resolve ser amigável com este vizinho (o nível de "amigável" clarooo não vou contar), e apartir daí muita coisa acontece.

Pessoal: livro gostoso de ler, vocês vão se sentir mais levess , mais felizes quando terminarem. Eu, que sempre leio antes de dormir , dava gargalhadas sem querer na cama durante a quase madrugada. A-meiiiiiiiiiiii de paixão este livro.

OBS: esta resenha é uma republicação aqui do blog Trilhas Culturais.