Curso de Produção Gráfica - Livros Infantis de Luxo e Arte

domingo, 9 de fevereiro de 2014
Tá super em cima,  mas se você correr ainda dá tempo, tem curso chegando "Produção Gráfica - Livros Infantis de Luxo e Arte", este curso oferece uma formação fundamental para quem deseja ampliar seus conhecimentos na área de produção gráfica, ou se dedicar á gráfica editorial com produção diferenciada.

Gente; ainda vou fazer uma não tão breve apresentação do  prof. José Jardim que vai estar a frente do curso:

 Prof. José Jardim 

Gerente-geral de Produção do Grupo Editorial Record. 
Fundou e dirigiu Multimodus Editoração Eletrônica.
Atuou como coordenador acadêmico e professor do Curso de Produção Gráfica do SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros).
Foi coordenador acadêmico e professor do Curso de Produção Gráfica e Fundamentos do Design, da PUC-Rio.
É professor da cadeira de Produção Gráfica no Curso "Publishing Management: o Negócio do Livro" da Fundação Getúlio Vargas (FGV).




Inscrições:

Tel (21) 3237-3947 e www.estacaodasletras.com.br 

Investimento:

R$ 350,00

Data/Carga horária:

15/02 (sábado) das 9h30 ás 16h30
                     6h/aula






Trilhas Pelo Mundo 11

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Precisamos Falar Sobre o Kevin - Lionel Shriver


 
Este é um livro que terminei e não consigo tirar da cabeça. Também preciso falar sobre o Kevin.


   Lionel Shriver: Nasceu em 1957, é uma jornalista e escritora americana. Precisamos Falar Sobre o Kevin foi rejeitado por pelo menos 30 editoras antes de conseguir ser publicado. O livro ganhou o prêmio Orange em 2005 na Grã-Bretanha. Aqui tem outras obras da autora, inclusive o recém lançado Grande Irmão.


Livro: Precisamos Falar Sobre o Kevin
Autor: Lionel Shriver
Editora: Intrínseca
Tradutor: Beth Vieira e Vera Ribeiro
Páginas: 464

Sinopse: Lionel Shriver realiza uma espécie de genealogia do assassínio ao criar na ficção uma chacina similar a tantas provocadas por jovens em escolas americanas. Aos 15 anos, o personagem Kevin mata 11 pessoas, entre colegas no colégio e familiares. Enquanto ele cumpre pena, a mãe Eva amarga a monstruosidade do filho. Entre culpa e solidão, ela apenas sobrevive. A vida normal se esvai no escândalo, no pagamento dos advogados, nos olhares sociais tortos.
Transposto o primeiro estágio da perplexidade, um ano e oito meses depois, ela dá início a uma correspondência com o marido, único interlocutor capaz de entender a tragédia, apesar de ausente. Cada carta é uma ode e uma desconstrução do amor. Não sobra uma só emoção inaudita no relato da mulher de ascendência armênia, até então uma bem-sucedida autora de guias de viagem.
Cada interstício do histórico familiar é flagrado: o casal se apaixona; ele quer filhos, ela não. Kevin é um menino entediado e cruel empenhado em aterrorizar babás e vizinhos. Eva tenta cumprir mecanicamente os ritos maternos, até que nasce uma filha realmente querida. A essa altura, as relações familiares já estão viciadas. Contudo, é à mãe que resta a tarefa de visitar o "sociopata inatingível" que ela gerou, numa casa de correção para menores. Orgulhoso da fama de bandido notório, ele não a recebe bem de início, mas ela insiste nos encontros quinzenais. Por meio de Eva, Lionel Shriver quebra o silêncio que costuma se impor após esse tipo de drama e expõe o indizível sobre as frágeis nuances das relações entre pais e filhos num romance irretocável.


Minha Opinião: Este é um livro que não poderá ser facilmente digerido. Conhecemos a mãe de Kevin, Eva, enquanto ela escreve cartas ao marido para poder falar sobre a vida que tinham e como esta se tornou até chegar a quinta-feira, momento decisivo onde ocorreu a tragédia que abalou a sua vida.
Um romance epistolar muito bem construído abordando vários temas pouco utilizados como o fato de uma mãe ser capaz de não amar o próprio filho.
Em vários momentos o livro fica um pouco chato porque Eva está falando com o marido por carta, contando detalhes sobre seu modo de vida que podem não interessar ao leitor tanto quanto a história de Kevin, que só conhecemos por completo quase no final do livro, pois a ordem das cartas segue a cronológica na reconstituição do que aconteceu na vida desta família.

Através da narrativa temos uma visão completamente parcial sobre os acontecimentos, portanto tudo o que a narradora pensava é algo só dela. Mesmo que ela tenha percebido coisas no filho que o marido não percebeu, acredito que vários fatos relatados por ela não podem ser totalmente atribuídos a Kevin, pois afinal, ele era só uma criança e, a não ser que você leitor pense que a maldade pode já nascer com a criança, não há cabimento em algumas das paranoias de sua mãe. Porém existe muita verdade no que Eva nos conta, pois ela apresenta provas.
A grande questão do livro é que Eva não queria ter filhos. Ela ama seu marido e quer lhe dar um filho como presente, mas desde o momento em que começa a tentar engravidar ela já não quer realmente o bebê. Ela percebe que o bebê é um fardo e que corrompe a sua rotina. Quando Kevin nasce e ele a rejeita, não é mais do que a rejeição que ela mesma sentia desde a sua concepção. Isso levanta outra grande questão que é: O quanto os pais são responsáveis pelo que o filho se torna? E como quem não dá amor pode querer recebê-lo ou querer ensinar seu filho a demonstrá-lo?
Também o pai que idealiza o filho de uma forma tão consistente que não consegue enxergá-lo como ele é, pois só quer ver aquilo que planejou ver e ignora qualquer outra opinião que é apresentada. Essa atitude pode facilmente ser confundida com amor, mas não é. Um pai que deixa um filho sem punição não é pai, é cúmplice. Esse pai não ama, só ignora no filho aquilo que não se encaixa em sua idealização.

No Brasil a onda de massacres em escolas não foi grande, mas nos EUA isso se tornou moda e acredito que um livro que trate tão profundamente do tema entrando na vida de uma dessas crianças (mesmo que fictícia) tenha ajudado algumas pessoas a compreenderem um pouco mais. Vários casos famosos são comentados durante a narrativa e a quantidade é alarmante. E é assustador ver quais foram as medidas tomadas para tentar proteger as escolas disso. Medidas extremistas que só poderiam gerar mais ódio.

Durante a narrativa tive a impressão de conhecer o Kevin, de entender um pouco suas motivações para tomar tal atitude e odiar a mãe - como disse que odiava quando ela o visitou na prisão. Porém até chegar ao final da leitura tudo aquilo que achei que sabia sobre ele desmoronou ao perceber a gravidade de seus atos, já que a quinta-feira em que o crime aconteceu só é totalmente descrita no final.

Este livro é recomendado para todos que gostam de ter os meios para fazer sua própria análise psicológica, já que ela aqui não vem pronta. Para quem tem curiosidade para saber como um daqueles garotos Comlumbine (Kevin não gostaria desta expressão) se comporta e o que o leva ao extremo de realizar uma chacina.
Não é recomendado para quem não gosta de ficar com um livro na cabeça após terminar a leitura, porque não consigo parar de falar sobre o Kevin.

Minha opinião sobre o livro é basicamente a citação escolhida pela autora e colocada na página antes da primeira carta começar:
"É justamente quando ela menos merece que mais a criança precisa do nosso amor." - Erma Bombeck


Até a próxima,
Fran.

Quotes #47

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014



Não abra mão de si mesmo. Você é tudo o que você tem.

Se Beber, Não Entre no Jogo


Título original: The Hungover Games

Ano de Estreia:
 2014; 

Tema:
 Comédia;

Nacionalidade: EUA;

Diretor: Josh Stolberg;

Fonte: 
http://www.imdb.com/title/tt3138104/

Minha nota: ★★☆☆☆


Quinta-feira chegou! Semana acabando. Então é hora de mais um "Na trilha da Sétima Arte"!

Como vão leitores? Espero que preparados para mais uma coluna.

Fazia tempo que eu não trazia um filme "genuinamente" LANÇAMENTO, mas dessa vez trago um quentinho do forno. Bem, não que a qualidade ou destaque desse filme o coloque à frente dos clássicos que eu resenhei nas semana anteriores, muito pelo contrário, hoje vamos analisar um legítimo BESTEIROL!

É difícil definir um besteirol afinal.

Você pode considerar besteirol todo filme de comédia superficial, como é o caso dos filmes da franquia "Todo Mundo em Pânico". Ou pode englobar nessa categoria apenas os filme que se pautam na temática "sexo para adolescentes" como é o caso da franquia "American Pie". Não necessariamente sobre "nudez", já que os filmes "American Pie" por exemplo, mostram muito pouco perto de algumas películas mais alternativas e focadas em drama ou terror, por exemplo.

Fato é que, "Besteirol" retrata filme de comédia "BESTA". Piadas infames, apelação de qualquer espécie e nesse caso a lista seria bem maior do que esses "clássicos" exemplos citados. Nesse caso colocaríamos vários filmes que simplesmente fazem paródia de outros filmes.

Bem, "Se Beber, não Jogue" meio que mistura tudo isso.

Já partindo do título, percebemos claramente que se trata de uma paródia dos filmes de comédia da franquia "Se beber, não case", sucesso de bilheteria nos últimos anos. Os personagens também são idênticos! Com as mesmas roupas, cortes de cabelo, personalidade, etc. Várias citações dentro do filme levam a entender que esse é um filme da franquia (uma vez que os personagens ficam se referindo a acontecimentos dos outros três filmes, mas não é!).

Nesse filme, quatro amigos inseparáveis vão comemorar a última noite de solteiro de um deles, cujo noivo (pois é) está esperando em outra cidade.

Acontece que Zach (Herbert Russell), aquele gordinho barbudo que sempre tenta drogar os amigos nos filmes da franquia original, ataca novamente e faz com que todos sejam transportados no tempo para uma realidade paralela onde eles deverão participar dos "Jogos da Ressaca" (Jogos Vorazes).

Os jogos se baseiam em matança entre equipes armadas em uma ilha (?) para entretenimento da sociedade futurista (?), de modo que as equipes devem aniquilar as outras conforme as regras que o diretor do campeonato (muda o tempo todo) utiliza para manipular a disputa.

É aí que a coisa vira uma mistura insana de todas as modalidades de besteirol que eu citei no início da coluna.

As equipes são formadas por personagens (parodiados) de vários filmes de sucesso. Existe o "time dos bonecos" (Ted e Muppets), dos Depp (Willy Wolka, Tonto e Jack Sparrow), time do Thor Gay, time da "Carry, a Estranha", dos Bichos Azuis do Avatar, das personagens parodiadas de "Jogos Vorazes" e por aí vai.

Mas também existe o time da "Nudez Gratuita" (pois é, o filme tem mais nudez desnecessária do que todos os American Pie juntos), time da "Violência Gratuita" e outros de menos importância.

Mas apesar de tudo, o filme não é péssimo a maioria dos filmes de besteirol atual.

Os três últimos "Todo mundo em pânico" são inassistíveis de tão ruins e forçados, mas este não. A história flui legal, você chega a acreditar por um segundo que é uma sequência de "Se beber, não case". A atuação dos protagonistas está "ok" e os cenários e figurinos não estão patéticos como dos últimos filmes que tentaram parodiar "Atividade Paranormal", por exemplo.

Em suma, será que os amigos Bradley, Ed e Zach conseguirão resgatar Doug para levá-lo a tempo de seu casamento gay enquanto vencem os Jogos Vorazes contra ursinho Ted, Jack Sparrow e Thor?

Só assistindo pra acreditar em tanta insanidade.

Duas estrelinhas. Filme "ok". Não é perda de temo, se você, às vezes, gostar de um "Besteirol" para desestressar.


Um grande abraço a todos e até a próxima (Espero que um lançamento bem legal!)
Tanderson Morales


P.S. Esse filme insano mexe até com "A Centopeia Humana", o filme de terror mais disgustive já feito. Medo.

P.S.² E porque não o trailer, né?


Bananas Passas Congeladas

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
   Hoje escreverei uma crônica curta e já explico o porquê. Não, não estou sem ideias. É claro que a noite de terça é sempre meio desesperada porque fico pensando no assunto dessa crônica, mas não é o caso hoje: sei exatamente o que vou falar. 
    O porquê dessa crônica ser curta é que sofri um acidente e estou convalescendo. Não, não, convalescendo é uma palavra muito forte. Não capotei o carro, nem nada disso. Estou desenfermando, poderiam dizer alguns. Também não foi algo rápido que aconteceu e desenfermar dá o sentido de ser algo que demorou um tempo. Espero que não demore. Estou sentindo dor, mas está melhorando. Isso, isso. 
   Estava eu andando calmamente pelo shopping indo em direção ao meu carro quando senti uma dor lancinante na minha mão direita. Fiquei cego, desmaiei, comecei a estrebuchar, cantar Calypso e tudo que de ruim poderia acontecer a uma pessoa. Nem gosto de exagero, quase nada, mas senti sim uma dor lancinante e fiquei meio sem entender o que tinha acontecido. Aí que eu vi: uma moça, tão distraída quanto desastrada, tinha acertado uma caixa de ferramentas na minha mão. Sim, exatamente isso. Ela tinha acertado a ponta da caixa de ferramentas na minha mão com toda a força. Ela vinha de um lado do corredor, eu vinha de outro.
    Ela percebeu que tinha batido, pediu desculpas, mas ela andava rápido e eu também e ela nem teve tempo de perceber o estrago que ela tinha feito. Eu tive que sentar um pouco e respirar fundo para não chorar para melhorar. Naquele momento, eu só pensava em colocar alguma coisa gelada na mão para parar de sentir dor, mas nesse calor que está fazendo o que estaria gelado? Quase entrei em uma geladeira de sorvetes que tinha ali perto, mas achei que ela não comportaria o meu 1,88 de altura. 
    Esperei um tempo, fui fazendo umas massagens mequetrefes (até porque estava doendo pra burro!) e fui até o carro. Dirigi (o shopping do mal é perto da minha casa) e fui direto para a cozinha. Meus familiares já estavam todos dormindo, então não queria fazer barulho, acender luzes e tal. Peguei a primeira coisa gelada que eu vi no freezer. Era um pacotinho de bananas passas congeladas. Não sei, não me perguntem porque há um pacote de bananas passadas dentro do freezer, não sei.
   Agora estou aqui escrevendo por muito amor a vocês porque ainda doendo. E não posso xingar a moça porque sei que ela não fez de propósito, mas ela bem que podia ter prestado os primeiros socorros, oras!

Feira do Livro Joinville

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Brasileiro tem a cultura, de retomar o barco só depois do carnaval...se o carnaval fosse em Fevereiro até que dava pra gente fazer, aquele corpinho mole...do tô indo, espera um pouco, deixa pra depois e tal!!!

Mas como a festança só chega em Março, nada melhor do que uma feira, com direito a lançamento de livros (é claro), contação de história, teatro e cinema para nós colocar no bom caminho. A "Feira do Livro Joinville" conta com grandes nomes da literatura: Paula Pimenta, Elisa Lucinda, José Roberto Torero, Ricardo Azevedo e muitos, muitos, muitos outros!!!



Instituto da Cultura, Educação, Esporte e Turismo

Data: 04 a 13 de Abril (9h às 22h)

Email: feirado.ivro@intitutofeiradolivro.com.br

Tel: (47) 3422-1133

Quotes #46

domingo, 2 de fevereiro de 2014



Às vezes, me sinto mais frágil e distante do mundo em relação às outras pessoas... 

Equilibrium

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Título original: Equilibrium

Ano de Estreia:
 2002; 

Tema:
 Ficção Científica, Suspense, Ação;

Nacionalidade: EUA;

Diretor: Kurt Wimmer;

Fonte: 
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-26865/

Minha nota: ★★★★☆


Esquentem a pipoca. Chegou mais um "Na trilha da Sétima Arte"!

Hoje vamos falar de um filme de que eu já cheguei a comentar na crítica da película "1984". Apresento aqui um filme pouco conhecido, mas que já revelava o grande talento de "Christian Bale", três anos antes do sucesso de "Batman Begins" (2005).

"Equilibrium" é um filme futurista claramente inspirado no sucesso "1984" (1984). Após mais uma Guerra Mundial, que por sinal, devastou quase toda a civilização, a sociedade tenta se reerguer controlada por uma ditadura que, aparentemente, encontrou uma forma de garantir que a população não entre em novos conflitos: suprimir seus sentimentos.

A sociedade de "Equilibrium" é como a nossa. Com casas, empregos, escolas... Mas sem emoções, propositalmente.

Parte disso, é consequência de uma droga imposta pelo governo à população. Essa droga inibe os sentimentos, vontades e a curiosidade. Nada fora do padrão deve ser feito. Nada fora da programação, reforçada desde a infância, deve prosperar. Uma sociedade robótica, sem violência, mas sem liberdade.

Outra ponto que garante o controle populacional e o desestímulo aos sentimentos e o banimento de toda e qualquer forma de cultura. Não existe mais música, arte, mídia ou qualquer forma de cultura que não seja aprovada pelo "Equilibrium" (leia-se governo).

E é aí que entra nosso protagonista "Christian Bale" no papel do mais talentoso "Sacerdote", agente do governo responsável por fiscalizar, aprisionar e punir os "ofensores" (rebeldes do pensamento livre).

Assim como no filme de George Orwell, nosso protagonista começará a descobrir a triste realidade em que a sociedade se encontra quando ficar acidentalmente sem o seu remédio e, a medida em que, for entrando em contato com a antiga cultura subversiva.

A grande jogada deste filme em relação ao "1984" é  a generosa dose de ação proporcionada.

Os agentes "Grammaton" são treinados como grandes lutadores e atiradores o que garante cenas de ação muito interessantes e de tirar o fôlego.

Todos os cenários e figurinos, em tons predominantemente escuros, são muito bem feitos. As cenas de luta são coreografadas perfeitamente e nenhuma atuação deixa a desejar. Destaque para o próprio Bale que, vai de um personagem sem sentimentos à um neo-revolucionário, que tenta a todo custo esconder seus novos sentimentos dos colegas do Equilibrium, no melhor estilo "Poker Face".

Minha única crítica fica para os efeitos especiais. Mesmo para o ano de 2002 estão muito fracos para um filme desse porte. Algumas cenas chegam a arrancar gargalhadas de vergonha alheia. O pior, é que não estou falando de cenas centrais e de grande importância. O filme é quase impecável nesse sentido. O problema aparece em cenas desnecessárias, na tentativa de dar um ar mais futurista à película.

Ou seja, cenas evitáveis. Todos os defeitos do filme estão em cenas desnecessárias e evitáveis.

Ficou curioso para (re)descobrir essa obra pouco lembrada? É diversão na certa. Ação de tirar o fôlego e uma história sempre interessante. Não perca a chance de avaliar se Bale já era um bom ator, mesmo antes de encarnar o "Cavaleiro das Trevas"!

Um grande abraço e até a próxima.
Tanderson Danilo Pereira Morales

P.S. Trailer pra vocês!