Inscrições abertas para o envio de textos - Amor nas Entrelinhas - Contos de amor em forma de cartas

sábado, 11 de janeiro de 2014
Até 28 de fevereiro de 2014, a Andross Editora estará recebendo contos de amor em forma de cartas para publicação no livro “Amor nas entrelinhas”.

 

 A Andross Editora está recebendo contos de novos escritores para  publicação no livro “
Amor nas entrelinhas - Contos de amor em  forma de cartas, e-mails, páginas de diário e outras formas de  registro escrito ”, a ser lançado no segundo semestre de 2014 no  evento Livros em Pauta. Qualquer pessoa pode participar. Basta acessar  o site www.andross.com.br, ler o regulamento de participação e submeter  seu texto à avaliação. As inscrições vão até 28 de fevereiro de 2014. 
 



 “Vale qualquer tipo de registro de amor  escrito por um personagem”, disse  Leandro Schulai, o organizador do livro. “E  não precisa ser o conto inteiro nesse  formato. Contanto que a carta, bilhete,  e-mail enteja inserido no contexto, então  já está valendo”, completa


 
 SINOPSE DO LIVRO: “O papel tem a magia de acolher palavras difíceis de serem ditas em voz alta, e que, muitas vezes, foram manchadas por lágrimas de alegrias ou de tristezas, correspondidas ou rejeitadas. Amor nas Entrelinhas é uma coletânea de cartas de amor, escritas por quem soube transpor para o papel todas as cores do coração e as sutilezas do amor. ” 
 
  
Livro: “Amor nas entrelinhas - Contos de amor em forma de cartas, e-mails, páginas de diário e outras formas de registro escrito” 
Organização: Leandro Schulai
Envio do texto: até 28/02/2014 
Lançamento: Segundo semestre de 2014 (no evento Livros Em Pauta) 
Regulamento: no site www.andross.com.br 
Realização: Andross Editora

1984

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Título original: Nineteen Eighty-Four;

Ano de Estreia:
 1984; 

Tema: Ficção Científica, Drama, Romance;

Nacionalidade: Reino Unido;

Diretor: Michael Radford;

 Minha nota: ★★★★★



Boa tarde amigos! 

Bem vindos a mais um "Na trilha da Sétima Arte".

O ano de 2014 chega prometendo vários lançamentos cinematográficos, mas novamente não vou falar de um filme em cartaz. Muito pelo contrário, farei uma pequena homenagem a um filme que completa este ano, 30 anos de existência! Vamos falar do filme "1984" (1984)!

Segunda adaptação do Best Seller de George Orwell para os cinemas, "1984" apresenta ao mundo o que seria um futuro pós 3ª Guerra Mundial. Não sobraria muito dele devido as armas atômicas e o caos só teria tido fim após governos totalitários tomarem o poder e controlarem a população.

O filme conta a história de Winston Smith (John Hurt), um funcionário do governo que vive sozinho e segue as regras rígidas de um governo totalitário e que controla a populaçao com mãos de ferro. O que seria a sociedade inglesa é retratada no filme como "Oceania".

"Oceania" está em guerra com os governos de "Eurásia" e "Lestásia" a muitos anos e a população vive de maneira robótica, recebendo bens racionados pelo governo e cidades em ruínas.

Em absolutamente todos os lugares se vê monitores de TV que interagem com a população emitindo ordens ou comunicados do partido que controla o governo. Imagine trabalhar, dormir, comer ou passear pela rua com o rosto do "Grande Irmão" (Líder Político da Oceania) lhe encarando e exigindo sua obediência? 

O Lema do partido ditador é:

"Guerra é paz,
Liberdade é escravidão,
Ignorância é força."

Winston não concorda totalmente com o partido e se vê em meio a uma grande contradição, quando se apaixona por uma "irmã" (termo dado a todos que pertencem ao partido) que também tem condutas "desvirtuadas".

Esse relacionamento perigoso pode não acabar bem. Valeria a pena vivê-lo?

Mais do que a história central do filme, toda a "mitologia" envolvendo o filme é brilhante. 

Filmes como "V de Vingança" ou "Equilibrium" seguem a mesma ideia, mas nenhum demonstra com tantos detalhes o mundo futurista e assustador que "1984" previa.

Como por exemplo a "Novalíngua", departamento criado pelo governo responsável por simplificar e uniformizar a língua, de modo que todas as pessoas encontrem "união" e "entendimento" falando o mais parecido possível. Afinal, porque existir a palavra "ruim", se toda a população poderia dizer simplesmente "in-bom"? Porque utilizar dezenas de adjetivos diferentes para expressar algo que seja "mais do que bom", se toda a população puder utilizar exclusivamente a palavra "plus-bom"?

Pessoas que não respeitam as ideias do partido, mesmo que não realizem ações podem ser consideradas "criminosos mentais". Entre eles estão as pessoas que possuem livros (sim são proibidos) por exemplo.

Caso você nunca tenha assistido essa obra prima, dê uma chance a Winston. Compartilhe a agonia de viver no que seria o futurístico ano de 1984 (o livro foi escrito em 1948) e se sinta o ser humano mais "livre do mundo".

Um grande abraço a todos,
Tanderson Morales



P.S¹. Diferente de filmes que retratam o futuro como em "Blade Running" por exemplo, em "1984" não há grandes efeitos especiais. Essa foi uma exigência da viúva de Orwell para ceder os direitos do livro. (Ainda bem! A meu ver, deixou o filme assustadoramente realista!)

P.S². (Infelizmente) o programa mais fútil da TV nacional está para recomeçar. Big Brother Brasil já tem data marcada (sei lá qual) e isso não tem nada a ver com a obra "1984". Ou será que tem? O líder do partido, o "Grande Irmão", figura onipresente que observa a todos em seu cotidiano na "Oceania" foi a fonte de inspiração para o nome do programa!

P.S³. E como de praxe, aqui vai o trailer:

Quotes #46



Fiquei fascinado ao pensar o que você pode conseguir se realmente se esforçar. 

Trilhas Pelo Mundo 9


Trilogia Millenium - Stieg Larsson

Resolvi falar sobre essa trilogia aqui na coluna porque ela é boa demais para ser ignorada. E o autor da vez é Sueco.


Karl Stig-Erland Larsson: (1954 – 2004) Foi um sueco jornalista e escritor que se destacou por causa de sua trilogia lançada postumamente: A Trilogia Millenium. Ele viveu na cidade de Estocolmo e pesquisou sobre extremismo político em seu país. Sua morte se deu de forma curiosa, pois estava à frente de uma revista chamada Expo e, já que o elevador do local estava quebrado, subiu sete lances de escada e teve um ataque cardíaco provavelmente pelo esforço. Houve rumores sobre um possível assassinato, já que o autor recebia ameaças de morte devido a seu trabalho denunciando neofascistas, racistas e etc, mas a hipótese foi descartada.




Livros: 
1- Os Homens que não Amavam as Mulheres
2- A Menina que Brincava com Fogo
3- A Rainha do Castelo de Ar
Autor: Stieg Larsson
Editora: Cia das Letras
Tradutor:  Livro1- Paulo Neves, Livros 2 e 3-Dorothée de Bruchard
Páginas: Livro1-522, 2-608, 3-688

Sinopse do livro um: Os homens que não amavam as mulheres é um enigma a portas fechadas - passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o velho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada - o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou.
Quase quarenta anos depois o industrial contrata o jornalista Mikael Blomkvist para conduzir uma investigação particular. Mikael, que acabara de ser condenado por difamação contra o financista Wennerström, preocupa-se com a crise de credibilidade que atinge sua revista, a Millennium. Henrik lhe oferece proteção para a Millennium e provas contra Wennerström, se o jornalista consentir em investigar o assassinato de Harriet. Mikael descobre que suas inquirições não são bem-vindas pela família Vanger. E que muitos querem vê-lo pelas costas. De preferência, morto. Com o auxílio de Lisbeth Salander, que conta com uma mente infatigável para a busca de dados - de preferência, os mais sórdidos -, ele logo percebe que a trilha de segredos e perversidades do clã industrial recua até muito antes do desaparecimento ou morte de Harriet. E segue até muito depois.... até um momento presente, desconfortavelmente presente.

Minha Opinião: Preciso dizer: LEIAM. Eu também inicialmente não me interessei pela sinopse, nem pelas capas, nem pelas recomendações dizendo que era muito bom. Procrastinei a leitura até comprar a trilogia completa e agora que terminei a leitura posso dizer que os livros valem muito a pena. Lamento pelo autor ter falecido antes de poder escrever mais livros e nos deleitar com sua trama mirabolante e personagens marcantes. Mas estes três livros deixados já valem ouro.

As semelhanças do autor com o personagem Mikael Blomkvist, jornalista da revista Millenium são muitas. A ponto de eu me perguntar o quanto do livro foi autobiográfico. Mas quem rouba a cena não é ele e sim Lisbeth Salander, que tornou-se minha personagem feminina favorita de todos os tempos.

Olhando para tudo o que foi dito nos livros, os mistérios desvendados e as matérias escritas para a Millenium, posso dizer que o tema central desta trilogia é "os homens que não amavam as mulheres" pois em cada um dos livros vemos situações que remetem a ele. Temos claramente a opinião do autor quanto a isso e a forma livre com que ele encara o mundo, sem se importar com homossexualidade, diferenças de idade em relacionamentos, casamentos abertos e etc. 

As capas dos três livros ilustram a maneira que a trama é apresentada: primeiro vemos um início de fogo, depois ele se alastra até certo ponto e então tudo é incendiado. 
O primeiro livro é sobre a investigação que Mikael está fazendo sobre um suposto crime cometido há quase quarenta anos enquanto Lisbeth continua com seus problemas e trabalho na Milton Security. Confesso que quando a Lisbeth se vê em uma situação terrível e aparentemente sem saída, fiquei chocada e pensei que ela não conseguiria se libertar, que seria a vítima perfeita devido a seu estado mental (Lisbeth não é retardada como alguns acham no livro, ela tem provavelmente a síndrome de Aspenger, porém por motivos pessoais - e muito relevantes - nunca desmente o que acham dela) e que eu não iria gostar da história, pois detesto ver mulheres sofrendo abusos. Mas tive uma grande surpresa com ela, pois vítima foi exatamente o que ela não se tornou. Isso fez com que eu continuasse a leitura até o fim, mesmo que o primeiro livro não estivesse lá tão interessante, pois ele é meio parado. Mas é um livro introdutório para a verdadeira trama que se desencadeia devido a fotos que ocorrem nele.

No segundo livro já temos a consequência de algo que ocorre no primeiro e vamos aos poucos vendo o grande iceberg que está por baixo d´água e que vai se revelar totalmente somente no último livro. Aqui o foco fica maior em Lisbeth que em Mikael e entendemos um pouco mais o que se passou com ela para que se tornasse quem é hoje e fizesse as coisas do seu jeito, sem respeitar autoridades. 
No terceiro livro finalmente temos o desfecho satisfatório da trama. Stieg Larsson gosta de dar finais grandes e bem definidos pra seus livros, menos para o segundo A Menina Que Brincava Com Fogo, pois este termina em um momento crucial. 

Sem dar detalhes da trama fica difícil mostrar o porquê de essa trilogia ser tão boa, tão bem escrita. O autor nos informa vários fatos cotidianos sobre violência contra a mulher, crimes políticos, abuso de poder e outros que não são ficção. O caso de Lisbeth pode não ter acontecido de verdade, mas outros parecidos aconteceram e não tiveram um final tão feliz quanto o dela. 

Eu sou uma apaixonada por finais felizes em que todos os detalhes sejam esclarecidos e é isso o que acontece na Trilogia Millenium. O autor nos deixa chocados com as atrocidades durante o livro mas no fim o bem sempre vence. Às vezes não da maneira tradicional; mas não tem problema, porque o mal também não joga limpo.

Até a próxima o/
Fran.


Querido John

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014


Como escrever uma coluna sobre livros e filmes e não mencionar Nicholas Sparks?
Impossível, não?

Sempre que eu me deparo com um lançamento deste autor, a frase que me vem à cabeça é da música de Tom Jobim: "eu sei e você sabe que a distância não existe. Que todo grande amor, só é bem grande se for triste".

Assim é o bom e velho Nick. Embora seja um autor previsível, também é sensível e sabe como lacrimejar os olhos mais secos. E Hollywood que não é boba nem nada já enxergou esse potencial para comover multidões. Caixas registradoras façam ding ding! $$$

Querido John é uma história que cumpre bem sua promessa: um amor bem grande e bem triste. Assim: garoto militar conhece garota perfeita na sua licença, se apaixonam intensamente mas ele precisa partir. O amor se fortalece por cartas, ele volta, eles juram fidelidade contudo ele precisa voltar ao Afeganistão. E é lá que ele recebe uma carta de despedida.

Não sei dizer o que eu achei da história em si, talvez porque eu odeie tanto a Savannah que ela turva meu julgamento. Sim, isso mesmo, eu ODEIO a mocinha. Sabe aquelas pessoas metidas a santa que parecem verdadeiras aparições e que não lembram em nada seres humanos? E sabe quando essas sonsas revolvem fazer uma m#$@ muito grande e depois ficam chorosas e melancólicas? Assim é ela, tanto no livro quanto no filme.


O que mais me agradou no livro foi que o peso das decisões um tanto quanto aventadas da Savannah tiveram consequências em seu futuro. Ela envelheceu antes da hora, endureceu e criou hábitos viciosos (ou seja viveu o arrependimento), ao passo que no filme... Ela continuou sendo a vítima (etérea e tola)! Só que não! Ponto para o livro.

No entanto, quanto ao John, que no filme foi lá e confrontou o amor de sua vida, querendo explicações e sendo humano, já no livro foi de uma abnegação irritante que contribuiu e muito para o final melancólico.


E é claro, que na adaptação para as telonas, o final foi mais esperançoso. Ao passo que quando fechei o livro me sentia socada no estômago, tipo: cara, é isso? Vai acabar assim? O que é bom, porque faz você ficar refletindo na leitura. Me coloquei no lugar dos dois umas vinte vezes e reescrevi as decisões deles milhões de vezes na minha cabeça.

No fim das contas, não se trata de nenhuma história inesquecível, nem para o cinema, tampouco para a literatura. Mas ambos valem ser prestigiados, pois te fazem refletir sobre o poder das palavras depois de lançadas. Neste caso, escritas.

Feliz 2014!

Séries: Drácula

Meu primeiro post do ano !!!! E tem jeito melhor de começar o ano do que falar sobre a nova série do
vampiro mais charmoso de todos os tempos?! Então vamos lá:
                                                  
Sinopse: A série mostra a chegada de Drácula a Londres, se apresentando como o empresário americano Alexander Grayson, que deseja trazer a ciência moderna para a sociedade vitoriana. Na realidade, ele apenas busca vingança das pessoas que destruíram sua vida séculos atrás. Há apenas uma circunstância que pode atrapalhar seus planos: ele encontra uma mulher que aparenta ser a reencarnação de sua finada esposa.

***
Deu pra imagina o quão incrível é né? A série é do gênero drama produzida pela Carnival Films para a NBC e Sky Living. Criada por Cole Haddon como uma releitura do livro Drácula de Bram Stoker. Tendo no papel princiapal Jonathan Rhys Meyers (gente não sou de assistir série por causa de um rostinho bonito mas que o Jonathan é um colírio para os olhos isso definitivamente ele é ), também tendo no elenco como a doce amada do nosso querido conde Jessica De Gouw como Mina Murray. Além da história(que quase todos já conhecem) do famoso Conde Drácula esta série nos trás uma visão dos fatos, e isso te envolve de um jeito que você não consegue simplesmente para de assistir a série. Também tem o fato de eu simplesmente amar séries de época, o figurino é tão lindo *-* (olha essa foto a baixo)

Então gente é isso, eu super indico essa série, além do fato de eu nunca me cansar da história do Conde Drácula, o Jonathan esta simplesmente arrasando na pela do vampiro (na minha humilde opinião claro). É uma boa pedida pra essas férias e quem for assistir ou já assistir não se esquece de comentar okay?

Quotes #45

terça-feira, 7 de janeiro de 2014


Amor como chuva, como o cheiro de tangerina, como uma surpresa encontrada no bolso. 

Caixa Postal #40 - Especial Novo Conceito

domingo, 5 de janeiro de 2014
Primeira caixa postal do ano de 2014 mas com coisinhas que chegaram em 2013. Hoje o post é especial editora Novo Conceito.

Primeiramente os livros...




Livros: Adeus à Inocência e Quando eu era Joe



Além dos livros a Novo Conceito enviou cartazes dos lançamentos, meus preferidos foram dos livros: Poseidon e Desafio.



Também enviou um enfeite de Natal, em cada lado a capa de um livro ...



E para completar os presentes, adesivos de celular. Aliás, como o meu é de modelo diferente, quem quiser algum desses adesivos basta deixar nos comentários que quer e me mandar o endereço por e-mail (trilhasculturais@gmail.com)


O que acharam? Algum desses livros vocês já leram? Recomendam algum?

Para quem quiser enviar alguma carta: nosso endereço de correspondência:

Fernanda Rocha
Caixa postal: 364
CEP: 97010-970
Santa Maria - RS


(Imagens excluídas)
Fê.