EM OBRAS BLOG SENDO REFORMADO!

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Resenha: Toda a Verdade

Toda a Verdade



Autor: David Baldacci
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 293

A história é baseada na vida do personagem Shaw que trabalha em uma agência secreta de inteligência. O personagem passa viajando por todo o mundo caçando bandidos perigosos. Sem amigos ou família sua vida é seu trabalho, mais nada. Até que conhece Anna Fischer, especialista em assuntos internacionais pela qual ele se apaixona. Neste momento Shaw encontra um motivo para mudar de vida e se dedicar a algo mais seguro para se trabalhar.

Mas ao contrário do que ele deseja, um boato, uma verdade que Nicholas Creel manda criar, deixa o mundo em alerta de uma possível guerra. A paz tão sonhada de Shaw realmente está longe de ser alcançada.

Acontecimentos drásticos afetam não só o sentimento de medo nas pessoas em todo o mundo mas também e principalmente a vida pessoal de Shaw. Com isso, ele com a ajuda da jornalista Katie, se aventura em uma perigosa trama de mentiras, verdades, mistérios. Juntos eles não medem esforços para que os países fiquem em paz uns com os outros e eles para com suas vidas pessoais.

Eu, Fernanda, gostei muito dele, é o tipo de livro que prende minha atenção. Porém para gostar desse livro tem que gostar bastante do gênero tipo...investigativo, policial. Para quem gosta, aconselho a leitura, o livro é ótimo!!

OBS: esta resenha é uma republicação aqui do blog Trilhas Culturais.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Jean Cocteau

                                 

 
     Jean Cocteau viveu entre 5 de Julho de 1889 e 11 de Outubro de 1963. Ele foi um poeta, romancista, designer, dramaturgo, ator e artista de teatro. Nascido na França, numa pequena vila próxima a Paris, Jean Cocteau foi um dos mais talentosos e completos artistas do século XX, visto que atuou como diretor de cinema, poeta, escritor, pintor, dramaturgo, cenógrafo, ator e escultor. Em 1955, Cocteau foi eleito membro da Académie Française (Academia Francesa) e da Académie Royale de Belgique.
       Ele era filho de Georges Cocteau e de Eugénie Lecomte. O seu pai exercia advocacia além de ser pintor, suicidando-se quando Jean Cocteau tinha apenas 9 anos de idade. Jean começou a escrever aos 10 anos, e, aos 16 anos, publicou suas primeiras poesias, um ano depois de abandonar a casa da família.
               

        Embora ele fosse destaque em todas as áreas artísticas e literárias, Jean Cocteau insistia que era essencialmente um poeta, sendo toda a sua obra poesia independentemente da forma. Aos 19 anos, em 1908, publicou o seu primeiro livro de poesia, La Lampe d'Aladin. Seu segundo livro foi Le prince frivole (O Príncipe Frívolo). Cocteau teve amigos famosos como Édith Piaf e Pablo Picasso. Lutou contra o seu vício por ópio durante toda a vida adulta e declarou abertamente a sua homossexualidade, publicando, inclusive, vários ensaios criticando a homofobia.
               

         
          Jean Cocteau foi um grande cineasta, dirigindo filmes como: L'Éternel Retour,"O Eterno Retorno" de 1943,  La Belle et la Bête ,"A Bela e a Fera de 1946 e Orphée, "Orfeu" de 1949. A Bela e a Fera, filme francês em preto e branco dirigido por Cocteau é um dos filmes mais belos e artísticos que eu já vi além de ter uma fotografia linda. É poético como tudo que Jean Cocteau fez.

Confira o que Jean Cocteau escreveu sobre a poesia:

"A Invisibilidade é a Condição para a Elegância        

Parece-me que a invisibilidade é a condição para a elegância. A elegância acaba se for notada. Sendo a poesia a elegância por excelência, não sabe ser visível. Então, para que serve?, dir-me-eis. Para nada. Quem a vê? Ninguém. O que a não impede de ser um atentado contra o pudor, e apesar de o seu exibicionismo se exercer entre os cegos. Contenta-se em exprimir uma moral particular. Depois, esta moral particular solta-se sob a forma de obra. Exige que a deixem viver a sua vida. Faz-se pretexto para imensos mal-entendidos que se chamam a glória. A glória é absurda por resultar de um ajuntamento. A multidão cerca um acidente, conta-o a si mesma, inventa-o, perturba-o até se transformar noutro. O belo resulta sempre de um acidente. De uma quebra brutal entre hábitos adquiridos e hábitos a adquirir. Derrota, nauseia. Chega a causar horror. Quando o novo hábito for adquirido, o acidente deixará de ser acidente. Far-se-á clássico e perderá a virtude de choque. Por isso uma obra nunca é compreendida. É admitida. Se não me engano, a observação pertence a Eugène Delacroix: «Nunca se é compreendido, é-se admitido». Matisse repete com frequência esta frase. "

Jean Cocteau, in 'Visão Invisível'


Abaixo segue um poema que escrevi chamado "Lágrimas de Diamante", inspirado no filme La Belle et La Bête de Jean Cocteu, onde a personagem Bela chora lágrimas de Diamante em uma cena bela e poética. Fiz um poema-vídeo, utilizando cenas do filme ao som da música "Clair de Lune" de Debussy.







Ótima semana a todos!

Abraços,

Taty Casarino.

http://tatycasarino.blogspot.com.br/

 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Resenha: O Coração de Salatiel

O Coração de Salatiel



Autora: Kézia Lôbo
Editora: Dracaena
Número de páginas: 260

Este livro faz tempinho que eu queria muitooo!!!
Começo falando da capa maravilhosa, a capa é muito linda, muito bem trabalhada, que segundo informações do livro, foi feita por André Siqueira.

A história:
Lugares onde há reis, magos, mistérios e onde cada elemento da natureza : terra, ar, fogo, água são mais do que elementos da Terra, são também dons, são forças que só alguns humanos possuem...

A personagem principal é a Lenora, que acaba de fazer 18 anos, ela mora com um tio e um primo em uma fazenda.
Onde moram é tranquilo, porém, há lugares em que a tirania do rei esta trazendo tristezas, horror.

Porém tudo muda na vida tranquila de Lenora quando ela faz 18 anos. Neste dia o tio dela, dá a ela um presente, que a mãe dela pede para ele entregar assim que ela fizesse 18 anos. O presente é lindo , é uma jóia. Mas Lenora não sabe o que é exatamente aquela jóia. Mas algo acontece quando ela recebe e usa essa jóia...

Confusa vai caminhar sem notar a distância da casa da fazenda, na volta ela vê que a paz terminou na vida dela...algo acontece e ela se vê obrigada a ir embora dali.

Mas ela não conhece o mundo, não conhece nada, para onde ir? O que fazer? Lenora tem um dom...dom do elemento ar, e ela não tem a mínima idéia porque tem esse "dom", e nem sabe o que fazer com ele.

No caminho ela encontra um mago, que é cego...o encontro deles no início é tenso, mas depois tudo vira amizade. E depois deste encontro eles sabem mais ou menos que direção tomar, sim, porque o mago a acompanha na jornada que nem ela sabe para onde que está a levando.

Após algumas aventuras e perigos que enfrentam, eles ganham mais um companheiro de viagem...um guerreiro fracassado...este guerreiro não tendo mais nada a perder na vida, acompanha a dupla. Opa, mas aqui, Lenora se obriga a usar seu dom do ar...os perigos aumentam...cada vez mais...e agora ela sabe para onde deve ir: destruir o rei tirano...mas essa destruição tem um porque, o motivo? Hum....algo relacionado com o presente de aniversário dela.

O início da jornada , agora, esclarecida, é calmo...até quem surge mais um humano que quase se dá mal nas mãos desse trio. Mas, vendo que todos são do bem, se une...agora são 4, 4 pessoas para salvar o mundo.

E agora é só aventura, magias, muitas coisas acontecem até que chegam em um lugar...talvez proibido, talvez perigoso...mas passando os limites do perigo eles descobrem seres  mágicos...e no mundo desses seres, dúvidas são esclarecidas e eles treinados para a batalha com o rei. A história podia acabar aí que estaria perfeita....é tão linda essa parte do livro, dá vontade de "pular" para este mundo..., porém há um reizinho que está infernizando a vida das pessoas inocentes...

Quando eles saem desse mundo mágico, os perigos, armadilhas e batalha com o rei acontece.  E mesmo no fim do livro, uma revelação é feita , algo que Lenora nunca imaginara...algo que explica um detalhe de todo o livro...

Amiguinhos: este livro é daqueles que você se não sentir sono, fome, ou não tiver que trabalhar ou fazer outra tarefa igualmente importante, você só larga quando acaba.

Os capítulo são super bem escritos, a ligação entre um capítulo e outro do livro é perfeita, não deixa assuntos pendentes, não há valhas na narração da história, tudo se liga, tudo encaixa. Cada mistério é desvendado no momento certo.

OBS: esta resenha é uma republicação aqui do blog Trilhas Culturais.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

"O Tigre" de Blake e a nossa alma

                            

  
    Tendo em vista a presença do misticismo nas ideologias e nas artes produzidas pelo poeta William Blake, o qual deixou um legado de obras na literatura e nas artes plásticas, é preciso interpretar os seus poemas com um olhar simbólico e espiritual, ultrapassando o sentido meramente literal de cada palavra.
     A figura do animal tigre pode simbolizar muitas coisas, dentre elas: beleza, ferocidade, intensidade, bravura, coragem, instinto, independência, liberdade, orgulho, realeza e astúcia.
     
  Observe a primeira estrofe do poema de Blake denominado "O Tigre":

"Tigre, tigre que flamejas
Nas florestas da noite.
Que mão que olho imortal
Se atreveu a plasmar tua terrível simetria ?"


     Quando Blake menciona tigre, ele não está retratando o animal literalmente, mas o que o animal simboliza. Vejo que, quando Blake se refere ao tigre, ele, na verdade, está se referindo ao próprio ser humano e aos seus instintos animalescos de tigre.

         

     Para o psicólogo Jung, o inconsciente coletivo é repleto de imagens próprias, conceitos que se repetem e "arquétipos". Arquétipos são modelos autônomos presentes no inconsciente coletivo, "personagens" e figuras que servem para representar situações e pessoas ao longo do tempo. Por exemplo, há arquétipo para a figura da morte, de herói, de velho sábio e etc.

    O arquétipo do tigre está vinculado tanto à força bruta quanto à coragem. Sempre nos perguntamos o porquê da existência do mal se Deus é bom. De onde vieram os nossos instintos mais animalescos? De onde vieram nossos instintos de tigre? Será que o instinto é sempre ruim?

"Em que longínquo abismo, em que remotos céus
Ardeu o fogo de teus olhos ?
Sobre que asas se atreveu a ascender ?
Que mão teve a ousadia de capturá-lo ?
Que espada, que astúcia foi capaz de urdir
As fibras do teu coração ?"


           

   O ser humano é um ser dual, construído através do bem e do mal. Quem não aceita sua dualidade e não mergulha no autoconhecimento para descobrir suas virtudes e seus vícios, corre o risco de enlouquecer ou de tornar-se hipócrita, enxergando apenas o mal nos outros, mas nunca reconhecendo a própria sombra interior.
   A partir do momento que eu enxergo o mal em mim, eu passo a ter a consciência da minha própria sombra e posso levar luz a ela. Assim, acabo me transformando numa pessoa melhor e até mais bondosa, pois passo a ter as ferramentas para lapidar os meus vícios e exaltar as minhas virtudes, sendo mais generosa com o próximo e mais solidária na medida em que eu terei a consciência de que não sou melhor ou pior do que ninguém e que os erros dos outros podem ser perdoados, pois eu também poderia errar, eis que tenho em mim tantos vícios.
       Engana-se quem pensar que o processo de iluminação é um caminho para a santidade ou para a opressão dos nossos vícios, como a igreja pregou no passado ao defender a automutilação e o sofrimento para depurar pecados e ao perseguir pessoas consideradas "más" na inquisição com o intuito de enforcar ou queimar tais pessoas. O ser humano, com exceções de raríssimos e especiais seres de altíssima luz, não é capaz de ter santidade. Mas somos capazes de usar ferramentas e de optar pelo bem.
                     
            O caminho da iluminação está em olhar sem medo para o mal e tentar domá-lo, equilibrando a nossa luz e a nossa sombra. Quanto mais se oprime um monstrinho, mais ele cresce. E crescer na inconsciência é perigoso. Os atos maus são frutos da ignorância daquele que nunca conheceu e nunca soube trabalhar o próprio mal. Ao contrário dos animais, Deus deu consciência ao ser humano para que nós tenhamos a capacidade de agir com as ferramentas e ter domínio próprio.

        Nessa imagem, o arcano 11 do tarô, a força, ensina-nos que a verdadeira força está em domar a fera interior, aqui representada por um leão, mas que carrega o mesmo simbolismo do tigre. A moça aparentemente frágil e doce parece ter domínio sobre a boca do leão, e ele a obedece. Ele não vai ataca-la ou atacar outros, mas a sua força será direcionada e trabalhada para o bem e de acordo com a vontade da moça que representa a consciência e a virtude.

   Os grandes males psicológicos provêm da perda da conexão entre inconsciente e consciente. Deste modo, a pessoa se sente frágil, não consegue usar as forças animalescas primárias para se impor, para dizer não quando necessário e para ter força para lutar quando for preciso.

  A nossa alma é como o tigre do poema de Blake que precisa ser domada através da luz da consciência. Para nossa defesa, é necessário que tenhamos garras, mas as garras devem ser usadas para o bem com um propósito elevado. A força de um tigre aliado a um bom coração será capaz de maravilhas, e é preciso ter  fé.

"Tigre, tigre, que flamejas
Nas florestas da noite.
Que mão, que olho imortal
Se atreveu a plasmar tua terrível simetria ?"


  O Grande Arquiteto do Universo conhece todas as simetrias e ele deu ao ser humano consciência. Através da consciência, poderemos usar as ferramentas e lapidar nossos instintos sempre da melhor forma possível.

Abraços,

Taty.

http://tatycasarino.blogspot.com.br/


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Como comprar o livro Vingança Mortal

Para quem conferiu o post anterior sobre a nossa nova autora parceira, segue nesse post os locais para compra de seu livro Vingança Mortal. Escolham a melhor opção e boa leitura!





Diretamente com a autora

Para Blogueiros Preço especial R$20,00 com frete incluso.


***


Versão Impressa
 







 


Do Arco da Velha
  Rua Dr. Montaury 1570 Bairro: Centro CEP 95020-190
Caxias do Sul - RS



Conceito
  R. Madre Verônica, 230, Gramado - RS, 95670-000


  Rua Marquês do Herval, 687 sala 01. Caxias do Sul - RS


***

Versão Digital










Nova autora parceira: Raquel Machado

Nova parceria aqui no blog!!!




A autora parceira é a Raquel Machado que é formada em Ciência da Computação, e participa do mundo das artes desde criança, sendo a literatura uma de suas maiores paixões.

Há anos em meio à blogosfera literária e com histórias sendo escritas em rascunhos, decidiu tirar do baú suas ideias e compartilhar com o mundo.

A autora reside no sul do Brasil, na cidade de Caxias do Sul/RS. Mora com os pais, quatro cachorros e uma estante cheia de livros.


O livro que ela acaba de lançar é Vingança Mortal




Sinopse:

Ao receber uma ligação sobre a morte de sua melhor amiga, Brenda volta a sua cidade natal, Lageado Grande. Lá ela vai ao velório de Nicole, onde encontra seu rosto marcado por facas. Uma dúvida surge: será que realmente foi um acidente como todos falam?

Ao voltar para casa algumas pistas aparecem, e Brenda fica obstinada a investigar a morte de Nicole. Ela decide então voltar as suas raízes. Porém, o tempo parece ter mudado muitas coisas, inclusive as pessoas que ela imaginava conhecer.

Envolvida em uma rede de intrigas, dinheiro, drogas e traição, ela se vê prestes a montar um quebra-cabeça, onde cada peça parece se encaixar com extrema exatidão. E a solução para esse mistério, pode revelar um segredo escondido há muito tempo.


Gostaram da novidade?

Abaixo deixo os links das redes sociais da autora e os links do livro.

E-mail da autora: raquel.machado2014@yahoo.com.br












E para quem ficou curioso em saber como adquirir o livro, aguardem próximo post...

sábado, 18 de outubro de 2014

Venda e troca de livros




Amigos: estou com alguns (muitos) livros para venda e/ou troca. Tirei fotos de todos eles.  Quem estiver interessado em saber quais livros tenho para venda ou troca, envie um e-mail solicitando as fotos para contato.trilhasculturais@gmail.com


Caso vocês tenham livros que querem trocar, já me enviem a listagem de quais são.  Tenho dezenas de livros que quero me desfazer o mais breve possível.


Quem puder, ajude a divulgar este post.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Resenha: Ame o que é Seu

Ame o que é Seu



Autor: Emily Giffin
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 310

Sinopse:
"Como amar de verdade a pessoa que está comigo, se não consigo esquecer alguém que ficou no passado?”. O tema deste livro deixa aquela pulga atrás da orelha, te faz imaginar como seria a vida se tivéssemos feitos outras escolhas. Esta é uma história para quem algum dia já se perguntou isso.
Em Ame o que é seu o leitor encontrará a história de uma mulher (Ellen) dividida entre o amor real e aquele fatídico 'E, se'.
O casamento de Ellen e Andy não parece perfeito, ele é perfeito. São inegáveis a profundidade da devoção mútua e o quanto um esperta o melhor do outro. Mas por obra do destino, certa tarde, Ellen revê Leo pela primeira vez em oito anos. Leo, aquele que partiu seu coração sem se explicar, aquele que ela não conseguiu esquecer.
Quando o reaparecimento dele desperta sentimentos há muito adormecidos, Ellen se põe a questionar se sua vida atual é de fato como ela queria que fosse.
O desenrolar da história é contagiante, pois a cada página acontecem novas cenas que é quase impossível abandonar a leitura, ou ... não se colocar em seu lugar."

Minha opinião:
O livro foca no casamento de Ellen e Andy, um casamento perfeito até que Ellen encontra uma ex paixão. Durante todo o livro Ellen e seu ex se encontram e uma sensação de imaginar o que teria acontecido se ela estivesse com ela passa na cabeça da nossa personagem principal.

Achei o livro bom, o tema central - o que podia ter acontecido nas nossas vidas se tomássemos outras decisões - é uma questão tão presente no nosso dia a dia que a leitura do livro flui naturalmente. Não acontecem grandes fatos que deixem nosso coração aos pulos, a forma como a narrativa é feita porém, faz prender nossa atenção.

Não consigo ler um livro de Emily Giffin sem lembrar dos livros de Nicholas Sparks e vice-versa. Claro que cada um tem uma forma bem particular de narrar suas histórias, mas ambos tratam de temas cotidianos em histórias ótimas. Os livros de Emily Giffin me fazem relaxar e pensar nas minhas atitudes diante dos assuntos citados em seus livros. Sempre me coloco no lugar da personagem principal e penso o que eu faria no lugar deles (as). Gosto disso, uma maneira sutil de observar a realidade.

OBS: esta resenha é uma republicação aqui do blog Trilhas Culturais.