Resenha: Golfinhos e Tubarões - O Outro Mundo

terça-feira, 10 de maio de 2016




Autora: Tais Cortez
Editora: Chiado
Número de páginas: 419

Sinopse:

"Aos cinco anos, Victoria foi adotada por Ana, presidente de uma indústria de cosméticos, e Greg, um bem-sucedido advogado. Ela não entende por que não se lembra dos verdadeiros pais e não acredita na suposta causa da morte deles. Ao completar quinze anos, estranhas mudanças começam a acontecer. Seus cabelos ruivos escurecem, ela se torna cada vez mais forte e rápida, seus sentidos ficam aguçados e alguns dos seus sonhos passam a ser premonições. Após a visita de um casal peculiar, ela é levada para um mundo desconhecido e único, onde terá que aprender a controlar suas habilidades, freqüentando aulas diferentes de tudo o que já viu. Lá ela conhece Alex. A atração entre os dois é imediata, mas ele se recusa a se aproximar de Victoria e de qualquer outro aluno. Ainda assim, o destino se encarrega de uni-los e Alex passa a protegê-la e ajudá-la. O que Victoria não sabe é que ele esconde um segredo que mudará sua vida, e que o passado pode estar mais perto do que eles imaginam..."

Minha opinião:

Comecei a ler sem uma opinião formada, não tinha expectativas quanto a gostar ou não do livro, apenas fui lendo devagar, com atenção. Bom, não fui muito longe para começar a amar a história, que pela sinopse dá para perceber que é basicamente fantasia misturada a nosso mundo real.

A personagem principal Victoria, sempre soube que era adotada porém não sabia nada de seus pais verdadeiros e nem ao menos se lembra de qualquer momento vivido com eles até os 5 anos de idade que foi a idade que ela foi adotada. Os pais adotivos, são bons para ela porém ausentes demais.

Mas ela nem imaginava que chegando aos 15 anos muitas coisas iam mudar, como: cor dos cabelos (mudar naturalmente), uma força que ela não tinha começa a aparecer, etc. Ela se sente estranha até que um imprevisto acontece com ela e seus pais adotivos e esse imprevisto é o que faltava para um casal (que ela não sabe de onde veio) aparecer na sua casa e convidar ela para conhecer sua origem. Com os pais adotivos não querendo ela por perto agora e a curiosidade dela em conhecer e descobrir tudo o que não lembra dos pais biológicos, ela acaba aceitando o convite e indo conhecer, um outro mundo.

Ela chega num lugar desconhecido, onde todos tem algum tipo de habilidade não humana. Há um colégio onde vários jovens estudam e aprendem a controlar o que são, mas nossa personagem se encanta pelo único menino (Alex) que parece querer ver ela bem longe dele, e isso a intriga de tal forma que ela não desiste até saber o motivo...

Os professores também escondem algo e ela vê principalmente pelas atitudes de uma professora (Lisa) em particular que a trata como filha. Victoria sabe que há algo no passado dela que os professores escondem, mas porque? E esse mistério tem relação com o comportamento de Alex?

Eu estou apaixonada pela história e fiquei tristinha quando o livro acabou porque por mim não precisava acabar não, hehehe.

Quem gosta de personagens com poderes, com confronto entre vilões e mocinhos, vai amar esse livro e ainda por cima....é nacional né gente?! Motivo mais do que suficiente para lermos e divulgarmos  muito.


Resenha: O Senhor dos Anéis - A sociedade do anel

Autor: J. R. R. Tolkien
Editora: Martins Fontes
Número de páginas: 464
Skoob

Numa cidadezinha indolente do Condado, um jovem hobbit é encarregado de uma imensa tarefa. Deve empreender uma perigosa viagem através da Terra-média até as Fendas da Perdição, e lá destruir o Anel do Poder - a única coisa que impede o domínio maléfico do Senhor do Escuro.


Este livro conta sobre Bilso Bolseiro e sua vida no Condado, seu parente Frodo que mora com ele e suas tranquilas vidas. Tranquilas até que a notícia sobre o Um Anel sumido há muitossss anos, foi encontrado…Este anel é feito de maldade pura e ele tem um poder sobre quem tiver ele guardado. Quem usa o anel, fica invisível perante os outros seres, mas este anel tende a aprisionar seu dono temporário. 

O dono verdadeirooo do Um Anel, o Senhor do Escuro , quer o anel de volta, pois assim poderá dominar o mundo com sua extrema maldade. E o anel ainda, para piorar, é atraído pelo “queridinho” aí. Então, Bilbo Bolseiro, resolve sumir no mundo…tirar umas férias de sua vida, mas deixa o Um Anel para seu parente Frodo. Frodo porém, precisa abandonar sua tranquila terra do Condado para uma viagem talvez sem volta. Esta viagem é para destruir o Um Anel, que só pode ser destruído na Montanha de Fogo, onde o anel foi feito. Mas essa montanha fica no lugar mais perigoso para os seres vivos. Com Frodo, vai também Sam, amigo e jardineiro de Frodo. Quem os orienta é o mago Gandalf. 

No fim a viagem ganha mais dois companheiros: Meriadoc e Peregrin (todos Hobbits, exceto o mago). Eles viajam por caminhos perigosos…encontram Cavalheiros Negros, até que encontram mais um amigo: Passolargo (raça dos homens…e como o encontram não vou contar né? hehehe) e eles chegam até um lugar no qual a história do anel é debatida (não vou contar o lugar…ou outros detalhes para não perder a graça de quem for ler, heehhe). Neste lugar Frodo encontra Bilbo Bolseiro e lá em uma reunião eles decidem formar uma comitiva para acompanhar Frodo na viagem de destruição do Um Anel. A Sociedade do Anel, com foi chamada a comitiva é composta dos 4 hobbits: Frodo, Sam, Meriadoc e Peregrin; 2 homens: Boromir e Passolargo (revelado como Aragorn); um anão: Gimli; um elfo: Legolas e o mago Gandalf. 

Eles então saem numa viagem em que tudo pode acontecer…pois o inimigo é poderoso e as chances que consigam destruir o anel é pequena. O primeiro livro conta também, sobre um acontecimento, na qual a Sociedade do Anel se rompe…mas se rompe apenas em sub grupos…mas não em questão de mudanças de valores e idéias.

Me apaixonei pela história neste livro. O livro é longo, cheioo de detalhes e por tudo isso é maravilhoso.

Resenha: O Eterno Barnes





Autor: Salustiano Luiz de Souza
Editora: Novo Século
Número de páginas: 243

Sinopse:

"Doutor Barnes, um famoso neurocirurgião, começa a desenvolver na Universidade onde trabalha uma pesquisa científica tentando transformar os dados do cérebro em arquivos de dados, codificando-os de modo que possam ser copiados. Com o avanço da pesquisa, acaba conseguindo copiar para o computador todos os dados de memória que formam o ser humano, como suas experiências, suas emoções, suas recordações, enfim, sua vida. Deslumbrado com a descoberta, começa a perceber que estes arquivos possuem uma estrutura totalmente diferente e uma sinfonia divina, e começa a ficar obcecado pela ideia de que seja possível copiar cérebros de um paciente para outro. Ao contrário do que deveria ocorrer, Barnes, cada vez mais, esconde suas pesquisas, pois seu objetivo passa a ser implantar seu próprio cérebro em outro paciente, mais jovem e sadio, pois está acometido de uma séria doença. Busca, desta forma, alcançar a tão almejada eternidade. Para isto, não mede as consequências de seus atos, que passam a ser justificados pela ambição que lhe domina. Conseguirá Barnes o seu intento?"

Minha opinião:

Sabem aquele tipo de leitura que você não consegue mais largar? Foi assim com este livro que primeiramente me chamou atenção pelo título.

Comecei a ler no intervalo do almoço do meu trabalho e não conseguia mais parar de ler, até durante o expediente eu lia umas páginas ligeirinho (que feioooo).
A história envolvendo um  médico e sua experiência de tentar "arquivar" os pensamentos, sentimentos e tudo mais que acontece no cérebro das pessoas envolve o mundo da medicina e informática além de muitos policiais e investigação.

Mas o que era para ser apenas uma experiência, um estudo que futuramente depois de muitoos mas muitoos, mas muitooos testes poderia ajudar a medicina de forma positiva se torna uma experiência sem controle pois a ambição do Dr. Barnes fala mais alto que a ética e com isso ele toma uma atitude que deixa consequências que ninguém sabe explicar.

Mas nem tudo o que o Dr. Barnes planeja sai certo, ou melhor, sai da forma como ele imaginou porém agora não tem mais volta...o caminho atrás, para voltar, foi fechado e o futuro não apresenta muitas saídas...e agora, o que vai acontecer com o Dr,. Barnes?

Pessoal, quem gosta de mistérios com dose de experiências novas vai adorar esse livro. A narrativa prende a atenção do leitor do começo ao fim e faz a gente pensar nas mil maneiras de resolver o que aconteceu e de pensar também se todos os personagens são inocentes ou culpados pelas atitudes que tomam. Um livro recomendadíssimo!!!

Resenha: Anjo Negro





Editora: Novo Século
Número de páginas: 207

Anjo Negro é um livro que, obviamente fala de anjos. Assunto esse que me deixou curiosa, pois eu adoro anjos, gosto desse assunto além de acreditar em anjos da guarda (mas não vamos discutir aqui quem acredita em que né...).

A história do livro se passa em Londres no século XVII e fala justamente de anjos da guarda, que vem para nosso mundo para cuidar das pessoas.  Na época da história, Londres estava tomada pela peste negra e rolava boatos de apocalipse entre outros boatos parecidos. Uma situação realmente delicada em que imagino, ter ajuda de anjos se torna vital.

Nesse cenário um jovem médico se destaca entre muitos no cuidado com as pessoas que sofriam com a peste...e uma anja ajudava ele sem ele saber que era uma anja..aqui anjos podem se transformar em humanos em algumas situações.  Apartir daí dessa ajuda do médico e da anja , que posteriormente o Anjo Negro, ou Darian...aparece na história. São momentos breves no livro, mas essenciais para o restante dos capítulos.

Darian tem característas raras e é nele que o livro se concentra. Situações de aventura, emoção pura, dúvidas a respeito de decisões, limite entre o bem e o mal. Até onde devemos ir para tentar ajudar uma pessoa? E esta pessoa , será que foi injustiçada mesmo? Ou ela quis viver o que está vivendo?

A boa ação e os frutos disso, destino, vida, morte...aliás existe morte? Será que existe um outro mundo além do nosso? O que acontece lá? Nossos pensamentos e a influência deles em nossas vidas.

Anjo Negro é uma leitura muitoo agradável, gostosa. Nos faz entrar em sintonia com outro mundo que pode (ou não) mesmo existir. Eu, Fernanda, como espírita, senti leves toques da doutrina espírita em alguns trechos do livro. Mas não se preocupem, o livro não fala de religiões e muito menos faz referência a alguma, eu apenas que identifiquei alguns tópicos com os que eu estudei da doutrina.

O livro fala principalmente do livro arbítrio, da liberdade que temos e das consequencias disso, tudo envolvido numa ótima história que tem pitadas de personagens atrapalhados em alguns trechos, momentos de tensão e de sorrisos.

Este livro considero como ótimo! E quero dar os parabéns a autora pela belíssima história.


Resenha: Os elefantes não esquecem



Autora: Agatha Christie
Editora: Nova Fronteira
Número de páginas: 176
Skoob

Hercule Poirot parou no alto do penhasco. Neste cenário, uma mulher sofrera um trágico acidente, anos atrás. Algum tempo depois, mais uma tragédia: dois outros corpos foram descobertos - marido e mulher - mortos a tiros. Mas quem matou quem? Teria sido um pacto suicida? Um crime passional? Ou um assassinato a sangue-frio? Poirot embrenha-se no passado e descobre que "antigos pecados deixam marcas profundas".

Este livo me interessou porque ele fala de mistérios a serem desvendados e adoroo isso!

Uma tragédia sem explicação, 10 anos se passam, as pessoas esquecem, não dão mais atenção a esse assunto, até que a história volta a realidade. 

O casal Ravenscroft morre numa terrível tragédia sem explicação e deixam 2 filhos. Anos depois a filha esta apaixonada e talvez pensando em casamento com um rapaz que ela conhece há tempos. Porém a mãe dele quer saber porque os pais dela morreram, a justificativa dada é se a futura nora teria herdado um gene de suicídio... mas nem sempre o que é mostrado ás pessoas é o real motivo. 

Sr. Oliver madrinha da filha do casal Ravenscroft (nome dela é Célia) é uma famosa escritora e durante um jantar durante um evento é abordada pela futura sofra de sua afilhada...ela é bem direta, quer saber o motivo verdadeiro da tragédia de tantos anos.

Sr. Oliver escreve livros sobre crimes e mistérios e por mais que tenha ficado aborrecida com a intromissão na vida da afilhada começa a investigar, pois nem ela sabe o motivo das mortes. Com amigos influentes ela percorre diversos lugares para conversar com pessoas que de certa forma conviveram com o casal Ravenscroft, afinal... elefantes não esquecem. 

Juntando pequenas histórias daqui e dali, umas inventadas, outras verdadeiras, outras pela metade, outras aumentadas...ela e seus amigos montam o difícil quebra cabeça da morte dos pais de Célia, afinal nesse altura até ela quer saber o que levou os pais para morte. 

O final foi surpresa para mim, de forma alguma eu imaginaria. 

Um livro excelente para quem gosta de investigações.

Resenha: Orgulho e Preconceito

Autora: Jane Austen
Editora: Martin Claret
Número de páginas: 304
Skoob

Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.

A história se passa na Inglaterra no século XVIII. Uma família (família Bennet) composta de 5 filhas mulheres, a mãe e o pai delas é o centro da narração.

Entre essas 5 jovens, 2 delas são mais...superficiais, digamos assim. Elas se preocupam apenas com bailes, vestidos, sonham com um casamento com um lindo e rico homem (naquela época as mulheres não eram donas de seus narizes como agora, o casamento era o destino de todass), além disso não se importavam se suas "boas maneiras" provocassem o falatório da sociedade...elas queriam...falando de uma maneira mais atual...curtir a vida pensando apenas em roupas, divertimento e nada mais que isso.

Mas havia as outras 2 jovens que embora também gostassem de um baile, de roupas, de passeios, também eram bastande observadoras quanto ao que acontecia ao redor. Elas conversavam muito entre si, eram mais do que irmãs, eram amigas. Avaliavam os problemas (se estes existissem), prestavam atenção no caráter das pessoas...em linguagem mais atual eu diria que elas não se preocupavam apenas com a aparência, mas também com a personalidade das pessoas, com o conteúdo real dos acontecimentos. Elizabeth era a segunda mais velha e a mais centrada nas observações, Jane era a mais velha e a que nutria um sentimento bom por todas as pessoas. Jane apesar de não se importar apenas com futilidades, sempre achava que as pessoas eram essencialmente boas, apesar de muitas conclusões que ela e Elizabeth tiravam de vários acontecimentos. A última irmã, era uma apaixonada por livros e estudos, nada mais importava.

A mãe delas era uma pessoa que queria apenas um marido rico para cada filha, o status perante a sociedade era tudo para ela e esta estava disposta a quem sabe...até deixar as filhas mais ... hum... livresss para aproveitar as oportunidades de conquistar um homem, se isso provacasse um noivado breve. Atenção que o livre daquela época não é o livre da época de hoje.

O pai delas, era um homem reservado, porém justo. Não gostava nada da maneira da esposa ser e de tratar as filhas, achava fútil o comportamento das 2 filhas mais novas (aquelas que só queriam curtir a vida), porém era admirador das filhas mais velhas (as que "pensavam" por assim dizer).

Mas o que fala a história afinal? Bom, um jovem homem, suas irmãs e um amigo alugam uma casa na região que a família acima mora. Todos então da região querem conhecer o novo morador e mais ainda quem tem filhas que não estão casadas (parece mercado público de casamentos...).

O novo morador é atencioso com todos, uma ótima pessoa que logo conquista a região. Mas, seu amigo é orgulhoso, nariz empinado e irritante. O novo morador (Sr. Bingley) oferece um baile em sua casa, todos os moradores da região vão e ele diverte-se muito dançando com as várias moças presentes, dando atenção a todas as pessoas, porém se encanta com Jane em especial. Seu amigo (Sr. Darcy) pouco dança e não se preocupa em ser educado o bastante para tirar as moças que não conhecia para dançar, nessa festa ele e Elizabeth adquirem uma antipatia mútua.

Jane e Sr.Bingley se encantam tanto um com o outro que a amizade entre eles cresce, tanto que as irmãs dele se aproximam de Jane.
Elizabeth portanto e sem querer, acaba encontrando Sr. Darcy outras vezes além da festa, mas o sentimento de "te detestei" entre eles só cresce.

Após um tempo, algooo faz que Sr. Bingley viaje e não volte por meses. Elizabeth desconfia que alguém fez sua cabeça para que não se torne noivo de sua irmã, já que sua família era mais humilde e que não possuía poses. Jane fica muitoo abalada e viaja para casa de parentes.

Vários acontecimentos, passeios, cartas trocadas entre Elizabeth e Jane acontecem, até que em uma viagem que Elizabeth estava fazendo, ela reecontra o Sr. Darcy. Alguns capítulos a frente, ela descobre que o Sr. Darcy não é tãoo tirano como ela pensava (claroo que nesses capítulos tem tantaaa coisa que eu não conto para não perder a graça). Nessas alturas dos acontecimentos, Elizabeth fica surpresa a tal ponto que seus sentimentos não se reconhecem mais.

O tempo passaaa, até que numa nova viagem dela com uns tios, ela conhece (a contra vontade) onde o Sr. Darcy mora, mas ele não estaria lá, pelo menos a governanta dele garante isso. Mas como o destino é engraçadinho, ele aparece do nada e aíi sim...parece que Elizabeth descobre que a repulsa por ele muda completamente. Momentos de tranquilidade, paz...perturbadas por um acontecimento na família Bennet que faz Elizabeth voltar as pressas para casa. E o destino separa ela do antipático que agora não é tão antipático, que ela odiava mas parece que não odeia mais...enfim....mais um adeus é dado.

O problema vergonhoso na família resulta em....em algo que vocês devem ler e que para a família Bennet não foi tão ruim. Mas o que ninguém sabe é que o problema foi resolvido, porque aconteceu algo...obviamente provocado por uma pessoa, claroo.

Bom, nessas alturas do capítulo, acho que 50, o Sr. Bingley retorna a casa que alugou e a simpatia por Jane retorna. O final feliz então acontece? Não...afinal ainda tem Elizabeth coitada lá, tão inteligente e tão azaradaa...mass aí surge um boato envolvendo ela que faz ela ter esperanças em ser feliz. Sim, suas esperanças se tornam realidade e o fim feliz, agora sim, acontece.

O texto ficou grande, mas tentei dar minha versão da história, claro que escondendo todos os fatos cruciais para a história.

E neste final de livro, lhes digo: ameiiii, este livro entrou para a lista dos meus favoritoss!

O que me chamou mais atenção, entre diversos outros itens é a história tão bem contada e elaborada.
Quando você pensa que a história é rotina no século XVIII, aqui rotina não existe. Outro ponto que me encantei é com a linguagem de época, nesse século aí que se passa a história eles não falam nem parecido com algo "E daeee, como ta? Tipo...ontem eu pensei e vi que gosto de você" ou "Você é um canalhaaa"..nãooo, nessa época o uso das palavras é bem mais elaborado e até divertido a forma tãoo cordial como uma pessoa pode ofender a outra. Uma linguagem que me fez muito pensar na maneira como conversamos hoje e na, muitas vezes, falta de educação com que as pessoas se comunicam. Claroo que não estou aqui querendo que a linguagem da Inglaterra do século XVIII seja adotada nos dias de hoje, mas que muitas vezes somos um tanto econômicos nas palavras mais educadas isso somos.

Este livro, apesar de tratar de um romance, envolve também muitas intrigas, ficção. Super recomendo a leitura.

Resenha: Como fazer amigos e influenciar pessoas



Autor: Dale Carnegie
Editora: Nacional 
Número de páginas: 289
Skoob


Sinopse:
"Como fazer amigos e influenciar pessoas' é um guia sobre relacionamentos, seja no âmbito profissional ou pessoal. Carnegie busca fornecer, de maneira direta, técnicas e métodos para que qualquer pessoa alcance seus objetivos pessoais e profissionais."


Hoje venho com a resenha de um livro diferente que fala de comportamento. Esse livro comprei depois de ler maravilhas sobre ele. 

Nele fala de como muitas vezes errados ao tratar as pessoas, quantas vezes distanciamos pessoas sem querer pelo fato de não darmos atenção à pequenos detalhes que fazem muita diferença. A importância de não sermos o centro do universo é questão de extrema urgência se não quisermos viver isolados com as pessoas ao nosso redor fugindo de nossa companhia. 

O livro é dividido em 4 partes: 
- Parte 1: Técnicas fundamentais para tratar com pessoas 
- Parte 2: Como fazer as pessoas gostarem de você
- Parte 3: Como conquistar as pessoas para o seu modo de pensar
- Parte 4: Seja um líder

Para mim o livro pode e até deve ser lido por todos porque tem dicas, ou como é tratado no livro: princípios, muito interessantes, mas creio que seja leitura obrigatória para todos que trabalham na área comercial. Para profissionais dessa área sim, a leitura com certeza vai enriquecer e ajudar muito no trabalho diário. 

Na parte 1 são descritos 3 princípios, na parte 2: 6 princípios, na parte 3: 12 princípios, na parte 4: 9 princípios. Cada capítulo, um princípio.

Não que o livro sugira uma mudança de comportamento em si, ele traz sim são sugestões de atitudes que podem melhorar nosso relacionamento com outras pessoas. 

O que não gostei do livro é que ele é um pouco cansativo de ler, em cada capítulo (ou princípio) são relatados vários exemplos daquela atitude que esta sendo falada. Claro que os exemplos ajudam a entender bem o que o autor quer explicar mas as vezes essa técnica também se torna cansativa. 



Com exceção desse detalhe de ser um pouco cansativo de ler (dica: leiam com calma e tempo) o livro é muito bom sim. Para quem gosta desse tipo de tema e para todos da área comercial: recomendo. 

Resenha: Insurgente




Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco 
Número de páginas: 509


"Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. "

Atenção, essa é a resenha do segundo livro da trilogia e contém spoillers.

No final do último livro houve uma rebelião envolvendo o pessoal da Audácia certo? Mas para onde eles foram? Tris, Quatro e mais alguns que os acompanharam? O que fizeram? 

Nesse livro eles não tem outra saída a não ser pedir ajuda e abrigo à outras facções. Cada facção parece querer ajudar mas cada uma parece que também esconde algo. O pessoal da Amizade tenta se manter neutro todo o tempo mas e a Erudição, os que restaram da Audácia, os da Abnegação? Cada um esconde (parece) que segredos, seus líderes colocam em dúvida o leitor no quanto podem ser confiáveis. 

Rebeliões acontecem, Tris e Quatro mudam de "alojamento" algumas vezes e ela sempre querendo e seguindo o que pensa e não o que decidem em grupo. 

Enquanto isso Quatro e seu pai continuam ora lutando juntos, ora se confrontando.  E Tris, mais uma vez ela, sempre surpreendendo a cada capítulo.

Nesse livro quando pensamos que eles terão uns dias de descanso eles saem em busca de confusão, quer dizer, de tentativas de colocar ordem nas coisas. Nem as cicatrizes dos machucados deles dá tempo de cicatrizar... livro inteiro de adrenalina pura!!

Sou suspeita para falar dessa trilogia pois amei o primeiro livro e amei esse segundo! Mais um para  minha lista de favoritos! Aguardem que a próxima resenha será do terceiro e último livro da trilogia.