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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Resenha O Silmarillion


Autor: J. R. R. Tolkien
Editora: Martins Fontes
Número de páginas: 480

Skoob


'O Silmarillion' relata acontecimentos de uma época muito anterior ao final da Terceira Era, quando ocorreram os eventos narrados em 'O Senhor dos Anéis'. São lendas derivadas de um passado remoto, ligadas às Silmarils, três gemas perfeitas criadas por Fëanor, o mais talentoso dos elfos.


Pessoal: não sou especialista em livros ou literatura, mas pelos poucos livros que li na minha vida…nunca vi um autor tão criativo como este… Eu ameii o livro ! Me encantei com os detalhes, com as descrições de cada personagem…incrível !

Este livro conta a história bemmm anterior à do “O Senhor dos Anéis”, fala sobre a criação do mundo, dos váriossssssss povos, dos vários seres da natureza. Cada povo tem um nome, tem os personagens principais que aparecem no livro e cada personagem tem um nome, uma característica própria..cada povo tem suas particularidades, seus dons, sua região, sua fala… Tudooooooooooooo, tudo, tudo é detalhado aos mínimos detalhes… Eu mesma cansava de me perder seguido…são tantos nomes de povos, de personagens..que seguido eu tinha que voltar umas páginas para trás porque já não sabia mais em que povo eu estava…em que reino… Fiquei encantada com tanta criatividade, com tantos detalhes.. 

Aconselho muito este livro, mas observo que, quem gosta de ler livros depressa….hummm…não conte com a rapidez nesse livro… Como eu já disse…são tantos detalhes que você demora um pouco mais para ler e nem pense em ler correndo…quer dizer..se quiser leia, mas que você vai se perder mais adiante isso vai (sim…inventei em ler um capítulo correndo e me perdi no próximo…tive que voltar e ler tudo denovo, hehehe).

No livro há também mapas do mundo relatado e um material extra sobre a pronúncia de nomes no idioma criado pelo autor e mais um longo glossário.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Resenha: The Hobbit

Opa, resenha desse livro de Tolkien que li há um bom tempo? Sim!
Nas últimas semanas comecei a fazer uma espécie de varredura dos livros lidos, e os que não tem resenha aqui no blog estou tratando de fazer, como desse livro agora.  Pretendo portanto, daqui um tempo, ter todos os livros lidos resenhados e publicados nas redes sociais.  

Então vamos deixar de explicações e curtir a resenha desse livro que nunca sai de moda. 

The Hobbit



Autor: J. R. R. Tolkien 
Editora: Martins Fontes
Número de páginas: 297

Sinopse:

Bilbo Bolseiro é um hobbit que leva uma vida confortável e sem ambições, raramente aventurando-se para além de sua despensa ou sua adega. Mas seu contentamento é perturbado quando Gandalf, o mago, e uma companhia de anões batem em sua porta e levam-no para uma expedição.


The Hobbit, o que falar desse livro maravilhoso? 
Não sei vocês, mas eu li este livro após ter lido The Silmarillion onde Tolkien relata a criação do mundo. Que mundo? Bom, o mundo que fará parte de suas histórias, de seus livros. 
Após relatos detalhados sobre esse mundo (não entrarei em detalhes aqui porque a resenha é sobre o livro The Hobbit), ainda nesse primeiro livro é onde os anéis são forjados (simmm os anéis que serão disputados na trilogia O Senhor dos Anéis). 

Quando a história de The Hobbit é iniciada, os anéis já existiam e todos os povos presentes nas futuras aventuras também. Porém, um desses anéis foi roubado por um dragão e é justamente nessa aventura de recuperar esse anel que Bilbo Bolseiro, um calmo hobbit, é "convocado" a participar pelo mago Gandalf. 

Apesar do objetivo ser "apenas" recuperar um anel, essa aventura se torna perigosa, cheia de desafios e que nos deixam encantados com tantos acontecimentos inesperados. O mago, o hobbit e os anões (que também fazem parte da expedição), encontram sim inimigos pelo caminho mas também descobrem lugares nunca imaginados por eles, descobrem fatos muito importantes relacionados a este anel e fazem muitos amigos.

Como na época da história não existia aviões nem nada que pudesse ajudar em um deslocamento ultra rápido, a expedição é feita caminhando e isso faz eles darem atenção aos lugares, aos detalhes, a magia de cada lugar, aos mistérios que envolve cada povo, cada história em volta desse anel. 

Considero este livro como uma preparação para a trilogia O Senhor dos Anéis, não que seja necessário ler esse livro antes mas a sequência que tive de leitura (The Silmarillion, The Hobbit e a trilogia O Senhor dos Anéis)  me deu uma visão clara da vida, digamos assim, dos anéis, porque foram criados e todo o mistério em volta deles. 

Quem gosta de muita fantasia, de aventura, de uma história que prende a atenção, tem que ler esse livro! Sou suspeita para falar pois desde que li os 5 livros que citei, me tornei fã do autor Tolkien, tanto que pretendo ainda adquirir os outros livros dele. 

Livro que mais do que recomendo, livro que fazem parte da lista dos meus livros favoritos. 

quarta-feira, 1 de março de 2017

Resenha: O Retorno do Rei

O Retorno do Rei




Autor: J. R. R. Tolkien
Editora: Martins Fontes
Número de páginas: 431
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Sinopse:


A Sombra dos exércitos do senhor do escuro cresce cada vez mais. Homens, Anões e Elfos unem-se para luta contra a escuridão. Enquanto isso, Frodo e Sam penetram na terra de mordor, em sua empreitada heróica para destruir o anel.


Neste livro continua o relato da Sociedade do Anel em vencer o Senhor do Escuro..Elfos, Homens, Anões, Hobbits e o mago Gandalf se unem para as batalhas finais. Várias lutas, mortes, aventuras acontecem para que o mal suma de vez da Terra.
De um lado está uma parte da Sociedade do Anel (que lembrem…foi “partida” no livro anterior), conseguindo mais e mais ajuda na luta contra o mal. De outro lado, está Sam e Frodo no limite de suas forças para chegar à Montanha da Perdição para destruir o Um Anel. Frodo está, cada vez mais, sendo possuído pelo Um Anel e Sam tenta manter firme a missão que a Sociedade do Anel assumiu, mais ainda a missão que seu amigo Frodo se responsabilizou.

O final é de prender a atenção no livro a ponto de emocionar quem esta lendo (eu pelo menos me emocionei). Claroo que o final não vou contar nadinhaaaa…hehe.

Além do final da história, o livro contém vários Apêndices que complementam muitoooooooo a história narrada nos três livros. Também há mapas no final. 

Eu particularmente, fiquei em muitos momentos pensando “isso é algo real que aconteceu à milhões de anos atrás né? “. É surpreendente os detalhes da história, dos personagens, das paisagens, das datas de cada acontecimento. Esse detalhamento é tanto que parece que tudo é real. Não sou, como já disse em outros posts, uma especialista em livros…leituras…mas, até agora não li livro que tenha uma história tão cheia de detalhes e que prenda a atenção como esta.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Resenha: O Morro dos Ventos Uivantes






Autora: Emily Brontë
Editora: Lua de Papel
Número de páginas: 292

Sinopse:

"Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. "Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff", diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos, O Morro dos Ventos Uivantes é um clássico da literatura inglesa e tornou-se o livro favorito de milhares de pessoas, incluindo os belos personagens de Stephenie Meyer."

Minha opinião:

Este é um clássico que eu queria muito e ganhei de amigo secreto no Natal de 2011 (faz tempo né?) da Priscila do blog Bookaholic. Pois eu queria tanto mas no fim fui deixando a leitura dele de lado pois em 2012 eu li muitos livros da parceira Novo Conceito. Mas como em dezembro eu resolvi tirar umas férias dos livros de parceria decidi ler o livro que eu tanto queria.

O livro realmente é lindo, um clássico como o definimos. Os personagens são bem elaborados e parece que estamos lendo uma história real e não inventada.
Me doeu sentir a solidão dos personagens, sim, quase todo o livro eles de certa forma se sentem solitários e numa luta para buscar a felicidade, luta que parece não dar a chance deles vencerem.

A história de amor entre Heathcliff e Catherine é forte, extremamente emocionante, às vezes até revoltante, mas linda também. É interessante vermos as dificuldades que havia em épocas passadas de ser feliz no amor, de poder fazer valer as vontades de cada um. Até para um médico chegar numa casa é algo complicado, sendo que, pensando bem.... ainda hoje existe complicação para os mais pobres poderem ser atendidos por um médico. É nesses pontos que pensamos que talvez não estejamos tanto mais à frente que muitas das dores sentidas pelos personagens de Emily Brontë ainda podem ser atuais.

O personagem que aparece logo no início do livro - Sr. Lockwood - , é quase um figurante ouve sua empregada contar a história de Heathcliff e Catherine, mas no final do livro ele tem uma participação mais ativa sim, até porque em sua época, vivem pessoas ligadas à Heathcliff e Catherine, inclusive o Sr. Heathcliff.

Você que gosta de romances e de histórias clássicas não pode perder essa leitura.



Resenha: O Senhor dos Anéis - A sociedade do anel

Autor: J. R. R. Tolkien
Editora: Martins Fontes
Número de páginas: 464
Skoob

Numa cidadezinha indolente do Condado, um jovem hobbit é encarregado de uma imensa tarefa. Deve empreender uma perigosa viagem através da Terra-média até as Fendas da Perdição, e lá destruir o Anel do Poder - a única coisa que impede o domínio maléfico do Senhor do Escuro.


Este livro conta sobre Bilso Bolseiro e sua vida no Condado, seu parente Frodo que mora com ele e suas tranquilas vidas. Tranquilas até que a notícia sobre o Um Anel sumido há muitossss anos, foi encontrado…Este anel é feito de maldade pura e ele tem um poder sobre quem tiver ele guardado. Quem usa o anel, fica invisível perante os outros seres, mas este anel tende a aprisionar seu dono temporário. 

O dono verdadeirooo do Um Anel, o Senhor do Escuro , quer o anel de volta, pois assim poderá dominar o mundo com sua extrema maldade. E o anel ainda, para piorar, é atraído pelo “queridinho” aí. Então, Bilbo Bolseiro, resolve sumir no mundo…tirar umas férias de sua vida, mas deixa o Um Anel para seu parente Frodo. Frodo porém, precisa abandonar sua tranquila terra do Condado para uma viagem talvez sem volta. Esta viagem é para destruir o Um Anel, que só pode ser destruído na Montanha de Fogo, onde o anel foi feito. Mas essa montanha fica no lugar mais perigoso para os seres vivos. Com Frodo, vai também Sam, amigo e jardineiro de Frodo. Quem os orienta é o mago Gandalf. 

No fim a viagem ganha mais dois companheiros: Meriadoc e Peregrin (todos Hobbits, exceto o mago). Eles viajam por caminhos perigosos…encontram Cavalheiros Negros, até que encontram mais um amigo: Passolargo (raça dos homens…e como o encontram não vou contar né? hehehe) e eles chegam até um lugar no qual a história do anel é debatida (não vou contar o lugar…ou outros detalhes para não perder a graça de quem for ler, heehhe). Neste lugar Frodo encontra Bilbo Bolseiro e lá em uma reunião eles decidem formar uma comitiva para acompanhar Frodo na viagem de destruição do Um Anel. A Sociedade do Anel, com foi chamada a comitiva é composta dos 4 hobbits: Frodo, Sam, Meriadoc e Peregrin; 2 homens: Boromir e Passolargo (revelado como Aragorn); um anão: Gimli; um elfo: Legolas e o mago Gandalf. 

Eles então saem numa viagem em que tudo pode acontecer…pois o inimigo é poderoso e as chances que consigam destruir o anel é pequena. O primeiro livro conta também, sobre um acontecimento, na qual a Sociedade do Anel se rompe…mas se rompe apenas em sub grupos…mas não em questão de mudanças de valores e idéias.

Me apaixonei pela história neste livro. O livro é longo, cheioo de detalhes e por tudo isso é maravilhoso.

Resenha: Orgulho e Preconceito

Autora: Jane Austen
Editora: Martin Claret
Número de páginas: 304
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Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.

A história se passa na Inglaterra no século XVIII. Uma família (família Bennet) composta de 5 filhas mulheres, a mãe e o pai delas é o centro da narração.

Entre essas 5 jovens, 2 delas são mais...superficiais, digamos assim. Elas se preocupam apenas com bailes, vestidos, sonham com um casamento com um lindo e rico homem (naquela época as mulheres não eram donas de seus narizes como agora, o casamento era o destino de todass), além disso não se importavam se suas "boas maneiras" provocassem o falatório da sociedade...elas queriam...falando de uma maneira mais atual...curtir a vida pensando apenas em roupas, divertimento e nada mais que isso.

Mas havia as outras 2 jovens que embora também gostassem de um baile, de roupas, de passeios, também eram bastande observadoras quanto ao que acontecia ao redor. Elas conversavam muito entre si, eram mais do que irmãs, eram amigas. Avaliavam os problemas (se estes existissem), prestavam atenção no caráter das pessoas...em linguagem mais atual eu diria que elas não se preocupavam apenas com a aparência, mas também com a personalidade das pessoas, com o conteúdo real dos acontecimentos. Elizabeth era a segunda mais velha e a mais centrada nas observações, Jane era a mais velha e a que nutria um sentimento bom por todas as pessoas. Jane apesar de não se importar apenas com futilidades, sempre achava que as pessoas eram essencialmente boas, apesar de muitas conclusões que ela e Elizabeth tiravam de vários acontecimentos. A última irmã, era uma apaixonada por livros e estudos, nada mais importava.

A mãe delas era uma pessoa que queria apenas um marido rico para cada filha, o status perante a sociedade era tudo para ela e esta estava disposta a quem sabe...até deixar as filhas mais ... hum... livresss para aproveitar as oportunidades de conquistar um homem, se isso provacasse um noivado breve. Atenção que o livre daquela época não é o livre da época de hoje.

O pai delas, era um homem reservado, porém justo. Não gostava nada da maneira da esposa ser e de tratar as filhas, achava fútil o comportamento das 2 filhas mais novas (aquelas que só queriam curtir a vida), porém era admirador das filhas mais velhas (as que "pensavam" por assim dizer).

Mas o que fala a história afinal? Bom, um jovem homem, suas irmãs e um amigo alugam uma casa na região que a família acima mora. Todos então da região querem conhecer o novo morador e mais ainda quem tem filhas que não estão casadas (parece mercado público de casamentos...).

O novo morador é atencioso com todos, uma ótima pessoa que logo conquista a região. Mas, seu amigo é orgulhoso, nariz empinado e irritante. O novo morador (Sr. Bingley) oferece um baile em sua casa, todos os moradores da região vão e ele diverte-se muito dançando com as várias moças presentes, dando atenção a todas as pessoas, porém se encanta com Jane em especial. Seu amigo (Sr. Darcy) pouco dança e não se preocupa em ser educado o bastante para tirar as moças que não conhecia para dançar, nessa festa ele e Elizabeth adquirem uma antipatia mútua.

Jane e Sr.Bingley se encantam tanto um com o outro que a amizade entre eles cresce, tanto que as irmãs dele se aproximam de Jane.
Elizabeth portanto e sem querer, acaba encontrando Sr. Darcy outras vezes além da festa, mas o sentimento de "te detestei" entre eles só cresce.

Após um tempo, algooo faz que Sr. Bingley viaje e não volte por meses. Elizabeth desconfia que alguém fez sua cabeça para que não se torne noivo de sua irmã, já que sua família era mais humilde e que não possuía poses. Jane fica muitoo abalada e viaja para casa de parentes.

Vários acontecimentos, passeios, cartas trocadas entre Elizabeth e Jane acontecem, até que em uma viagem que Elizabeth estava fazendo, ela reecontra o Sr. Darcy. Alguns capítulos a frente, ela descobre que o Sr. Darcy não é tãoo tirano como ela pensava (claroo que nesses capítulos tem tantaaa coisa que eu não conto para não perder a graça). Nessas alturas dos acontecimentos, Elizabeth fica surpresa a tal ponto que seus sentimentos não se reconhecem mais.

O tempo passaaa, até que numa nova viagem dela com uns tios, ela conhece (a contra vontade) onde o Sr. Darcy mora, mas ele não estaria lá, pelo menos a governanta dele garante isso. Mas como o destino é engraçadinho, ele aparece do nada e aíi sim...parece que Elizabeth descobre que a repulsa por ele muda completamente. Momentos de tranquilidade, paz...perturbadas por um acontecimento na família Bennet que faz Elizabeth voltar as pressas para casa. E o destino separa ela do antipático que agora não é tão antipático, que ela odiava mas parece que não odeia mais...enfim....mais um adeus é dado.

O problema vergonhoso na família resulta em....em algo que vocês devem ler e que para a família Bennet não foi tão ruim. Mas o que ninguém sabe é que o problema foi resolvido, porque aconteceu algo...obviamente provocado por uma pessoa, claroo.

Bom, nessas alturas do capítulo, acho que 50, o Sr. Bingley retorna a casa que alugou e a simpatia por Jane retorna. O final feliz então acontece? Não...afinal ainda tem Elizabeth coitada lá, tão inteligente e tão azaradaa...mass aí surge um boato envolvendo ela que faz ela ter esperanças em ser feliz. Sim, suas esperanças se tornam realidade e o fim feliz, agora sim, acontece.

O texto ficou grande, mas tentei dar minha versão da história, claro que escondendo todos os fatos cruciais para a história.

E neste final de livro, lhes digo: ameiiii, este livro entrou para a lista dos meus favoritoss!

O que me chamou mais atenção, entre diversos outros itens é a história tão bem contada e elaborada.
Quando você pensa que a história é rotina no século XVIII, aqui rotina não existe. Outro ponto que me encantei é com a linguagem de época, nesse século aí que se passa a história eles não falam nem parecido com algo "E daeee, como ta? Tipo...ontem eu pensei e vi que gosto de você" ou "Você é um canalhaaa"..nãooo, nessa época o uso das palavras é bem mais elaborado e até divertido a forma tãoo cordial como uma pessoa pode ofender a outra. Uma linguagem que me fez muito pensar na maneira como conversamos hoje e na, muitas vezes, falta de educação com que as pessoas se comunicam. Claroo que não estou aqui querendo que a linguagem da Inglaterra do século XVIII seja adotada nos dias de hoje, mas que muitas vezes somos um tanto econômicos nas palavras mais educadas isso somos.

Este livro, apesar de tratar de um romance, envolve também muitas intrigas, ficção. Super recomendo a leitura.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Resenha: O pequeno príncipe / Conte comigo

Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Editora: Geração
Número de páginas: 168
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Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida.
Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança.
Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ao Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.

Ainda não tinha lido totalmente o livro, fiz só nesse ano de 2015 e achei muito fofa a história. 
Ela nos remete a um cenário de fantasia porém facilmente adaptável para os dias atuais.  Nos ajuda a pensar sobre o que somos hoje, o que nos tornamos.

Essa edição especial da editora Geração é linda e contêm também toda a história do autor. 

Aproveitando esse livro, destaco o livrinho abaixo, presente de uma amiga e que contêm frases do livro O pequeno príncipe, simplesmente lindo!! (Skoob)



Resenha: Romeu e Julieta

Autor: William Shakespeare
Editora: Martin Claret
Número de páginas: 149
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Em Verona, na Itália, por volta de 1600, a rivalidade entre os Montecchios e os Capuletos acentua-se e os conflitos estendem-se a parentes e criados, apesar do apelo do príncipe pela paz.Num baile de máscaras na casa dos Capuletos, Romeu Montecchio conhece Julieta Capuleto.A paixão é mútua e instantânea.Ao descobrir que pertencem a familias inimigas, os dois se desesperam.Resolvem casar-se secretamente, com a cumplicidade de frei Lourenço.No entanto, o destino desse amor seria trágico.

A História acontece em Verona, entre 2 famílias rivais: os Capuleto e os Montecchios. Mas Julieta (Capuleto) e Romeu (Montecchio) se apaixonam e casam escondido. Mas já casada e sem a familia saber, Julieta é obrigada a casar-se com Páris. Julieta porém prefere qualquer coisa do que ser separada de seu Romeu. Com um plano nada bem sucedido para ficarem juntos, Romeu se mata e Julieta vendo seu amado morto se mata também.

Esse clássico ja tinha me conquistado..mas lendo o livro todinho..me encantei mais ainda...e mais aindaa ainda pelo autor Shakespeare.