Lançamento do Livro - Memórias de um Lugar Chamado Onde

terça-feira, 8 de abril de 2014

       Estou chegando aqui toda esbaforida, pois prometi pra chefa que colocaria uma notinha ontem, sobre o livro "Memórias de um Lugar Chamado Onde", só que já é 00h20 de terça-feira. Detalhe, a chefa não gosta de ser chamada de chefa, mas eu adoro ter uma chefa...que coisa louca parece papo de bebado, mas eu estou super lúcida, passei o dia todo na água com gás.

       Bom chega de blábláblá e vamos ao que realmente interessa...



Projeto Casa dos Escritores

segunda-feira, 7 de abril de 2014

           Quando nasce um projeto, também nasce oportunidades e sonhos, quem nunca sonhou em escrever e fazer crítica madura? A Casa dos Escritores dá início a um projeto, que visa  formar escritores e leitores críticos.

           A cidade escolhida para a primeira edição foi Paracatu no estado de Minas Gerais, dando início em 1º de Junho e vai até 31 de Julho.

           Os acertos finais serão divulgados em 30/03, como os nomes dos escritores que serão os instrutores da primeira temporada. Durante os dois meses, os participantes terão momentos para escrita e, ao final do período, mais dois meses para finalizar um livro, que terá contrato de publicação. As inscrições  poderão ser feitas até 30/03. Boa sorte!!!





Informações:

http://blog.editoraburiti.com.br/2014/03/conhecendo-casa-do-escritor/
Fanpage: http://migre.me/iiCFf

Quotes #64

sábado, 5 de abril de 2014



Porém, o tempo está além de nossa compreensão finita. É interminável, existe fora de nós, não podemos ficar sem ele nem o perder de vista nem achar uma forma de segurá-lo. O tempo continua mesmo quando não continuamos.

Faroeste Caboclo

quarta-feira, 2 de abril de 2014


Hoje resolvi dar uma sacudida e mexer com a estrutura da minha coluna, então não falarei de nenhum livro! A adaptação para as telonas será de uma música: Faroeste Caboclo. Conhecem?
“Não tinha medo o tal João de Santo Cristo, era o que todos diziam quando ele se perdeu,


Deixou pra trás todo marasmo da fazendo só pra sentir no seu sangue o ódio que Jesus lhe deu


Quando criança só pensava em ser bandido ainda mais quando com um tiro de soldado o pai morreu...”


Para os mais jovens e amantes das músicas da moda, talvez eu esteja falando grego. Mas Faroeste é um marco, uma daquelas músicas que definem uma geração, composta por Renato Russo em 1979 e lançada por seu grupo Legião Urbana, fazendo parte do emblemático álbum Que País é Este.



A canção dura nove minutos e conta a história de um cara negro, pobre e revoltado, que escolheu a solidão como parceira. Acabou parando em Brasília, tentou ganhar a vida honestamente, foi seduzido pelo dinheiro fácil do tráfico, fez amigos da alta, caiu na cadeia, se apaixonou, quis mudar, foi corneado por um bandido, desejou vingança e morreu com sangue na garganta.


“Ele queria sair para ver o mar, e as coisas que ele via na televisão,


Juntou dinheiro para poder viajar, escolha própria escolheu a solidão.”


Pois é, nove minutos eletrizantes, um raio x de como as coisas funcionam no lado B da sociedade, motivo pelo qual essa música chegou a ser censurada em épocas mais repressoras. E foi assim que 33 anos depois de ter sido lançada e cantada por jovens e mais jovens nos anos 80 e 90, em 2012 ela virou um filme, e dos bons!


Ouvi alguns amigos fãs da banda, do Renato e da canção, falando supermal do filme dizendo que não foi fiel a história, mas sorry friends, eu discordo. Acho que as mudanças foram necessárias para dar mais consistência a obra. O próprio compositor admitiu em entrevistas que o roteiro da música tem furos e por mais que seja maravilhosa, nove minutos são poucos até para um curta-metragem, imaginem duas horas de película.


“E João aceitou sua proposta e num ônibus entrou pro Planalto Central,


Ele ficou bestificado com a cidade, saindo da rodoviária viu as luzes de natal.


Meu Deus, mas que cidade linda, no ano novo começo a trabalhar! Cortar madeira, aprendiz de carpinteiro...”



Estrelado por Fabrício Boliveira e Ísis Valverde (sim a Global) o filme nos choca, nos afronta e nos surpreende, mesmo sendo conhecedores da letra da música e do desfecho. Dói, sempre senti que João de Santo Cristo merecia uma chance de redenção.


“O povo declarava que João de Santo Cristo era santo porque sabia morrer...”


Se você ainda não curte Legião Urbana, recomendo que pesquise, pois é uma das bandas que fizeram história em nossa pátria, deixaram marca em nossa cultura. E se você ainda não viu este filme, assista e veja o que uma música de qualidade pode fazer pelo cinema!


Despeço-me deixando uma frase do poeta Renato Russo:


“É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar para pensar, na verdade não há”


Quotes #63




Não tenho mais janela. Não tenho uma vista. Faz um milhão de graus abaixo de zero em meu sangue e estou enterrada 15 metros abaixo da terra em uma sala de treinamento que virou meu segundo lar nos últimos tempos.

Nunca vai ser a roupa o problema

terça-feira, 1 de abril de 2014
   Semana passada eu tinha escrito um crônica sobre sensibilidade, mas por motivos que eu não sei explicar, não consegui publicá-la. Já avisei a querida Fernanda e agora estou de volta. Achei porém que o tema já tinha se tornado antigo e resolvi escrever sobre algo que está mais latente no momento: o conceito de violência. 

   Eu não consigo, nem quero, nem devo acreditar que estamos, em Março/Abril de 2014, discutindo sobre o estupro. Existem vários assuntos que eu considerava obviedades, mas minha mãe ensinou que "o óbvio não é, de fato, óbvio", pois temos todos opiniões diferentes sobre diversos assuntos. Alguns deles, porém, eu acreditava que fossem unânimes.

   Imaginem que estou cansado, depois de trabalhar o dia todo, e sento no sofá para ver um filme. Minha mulher me diz para que me levante, pois temos compromissos sociais (insira o que quiser o leitor: festa da firma, batizado do bebê, aniversário da avó etc). Ela pode dar uma ordem ou pode fazer um pedido. 

   A ordem denota uma posição de liderança, que em um casal com relacionamento saudável alterna-se entre um e outro. A ordem exige uma resposta e, na maioria das vezes, uma resposta imediata. O pedido não. O pedido pode ser atendido ou não. Os pedidos, os desejos, as vontades ficam em outra esfera do relacionamento. Atende-se os pedidos, faz-se as vontades no intuito de agradar o outro e nesse agradar agradar a si próprio por conseguir fazer o outro feliz. (Até que o tema sensibilidade não ficou tão de fora assim, não é?)

 A ordem é mais violenta que o pedido? Pode-se dizer que sim, mas dependendo do ambiente ainda estão muito próximas. Um chefe, por exemplo, ordena, na maioria das vezes, pela sua própria condição de chefe. (Também poderíamos falar - e concordo com isso - que um bom chefe não ordena, mas guia. Não vou entrar nesse mérito para não atrapalhar o raciocínio) A ordem é, sem dúvida, mais perigosa que o pedido, pois ela pode envolver a raiva. Essa raiva, se não tratada, pode levar ao ódio e à agressão. 

 Chegamos agora a uma seara complicada. Na minha opinião, não existe estupro consensual. Existe estupro. Estupro é uma violência, é um sexo forçado, é um toque forçado, algo que desvirtua o sexo. Não é a roupa que provoca, não é a "facilidade" da moça ou do moço que provoca, não é o "tesão do proibido" que provoca, é a desumanização do estuprador que provoca. Um estuprador não merece ser chamado de animal, porque isso não ocorre entre os animais. O estuprador é um monstro que viola não só a liberdade, a vontade da vítima, mas viola sua vida como um todo. Uma vítima nunca mais vê a vida do mesmo jeito. Se for desconhecido, é monstro. Se for marido, irmão, pai, padrasto, é mais monstro ainda. 

 Nunca vai ser a roupa o problema. Nunca vai ser a roupa o problema. 
 O problema é o monstro, o problema é o estuprador. 

Nesse momento tenho vergonha de ser homem e ter que dizer algo tão óbvio como isso. Essa pesquisa me deixou triste, um pouco mais amargo e incrédulo talvez. Não deixo, porém, que esses sentimentos me consumam. Ver a reação, ver a campanha das mulheres (e homens) no facebook tudo isso me dá esperanças. 

Ninguém está pedindo para ser estuprada. Estupro é violência e violência não se pede, se combate. 

Peço desculpas por trazer à baila um tema tão pesada, mas acho extremamente necessário que no momento atual pensemos sobre isso.

Divulgando: Arqueiro, Saída de Emergência e Sextante

Lançamentos das Editoras Arqueiro, Saída de Emergência e Sextante.


Álbum de Casamento - Quarteto de Noivas - Livro 01 - Nora Roberts
Quando crianças, as amigas Parker, Emma, Laurel e Mac adoravam fazer casamentos de mentirinha no jardim. E elas pensavam em todos os detalhes. Depois de anos dessa brincadeira, não é de surpreender que tenham fundado a Votos, uma empresa de organização de casamentos bem-sucedida. Mas, apesar de planejar e tornar real o dia perfeito para tantos casais, nenhuma delas teve no amor a mesma sorte que tem nos negócios. Até agora. Com várias capas de revistas de noivas no currículo, a fotógrafa Mac é especialista em captar os momentos de pura felicidade, mesmo que nunca os tenha experimentado em sua vida. Por causa da separação dos pais e de seu difícil relacionamento com eles, Mac não leva muita fé no amor. Por isso não entende o frio na barriga que sente ao reencontrar Carter Maguire, um colega de escola com o qual nunca falara direito. Carter definitivamente não é o seu tipo. Professor de inglês apaixonado pelo que faz, ele cita Shakespeare e usa paletó de tweed. Por causa de uma antiga quedinha por Mac, fica atrapalhado na frente dela, sem saber bem como agir e o que falar. E mesmo assim ela não consegue resistir ao seu charme. Agora Carter está disposto a ganhar o coração de Mac e convencê-la de que ela é capaz de criar suas próprias lembranças felizes.

Mar de Rosas - Quarteto de Noivas - Livro 02 - Nora Roberts
Emma Grant é a decoradora da Votos, empresa de organização de casamentos que fundou com suas três melhores amigas de infância – Mac, Parker e Laurel. Ela passa os dias cercada de flores, imersa em seu aroma, criando e montando arranjos e buquês. Criada em uma família tradicional e muito unida, Emma cresceu ouvindo a história de amor dos pais. Não é de espantar que tenha se tornado uma romântica inveterada, cultivando um sonho desde menina: dançar no jardim, sob a luz do luar, com seu verdadeiro amor. Os pais de Jack se separaram quando ele era garoto, e isso lhe causou um trauma muito profundo. Ele se tornou um homem bonito e popular entre as mulheres, porém incapaz de assumir um compromisso. Quando Emma e suas três amigas fundaram a Votos, foi Jack, o melhor amigo do irmão de Parker, quem cuidou de toda a reforma para transformar a propriedade no melhor espaço para casamentos do estado.





Os Assassinos do Cartão-Postal - James Patterson
Jacob Kanon, um detetive da divisão de homicídios do Departamento de Polícia de Nova York, está muito longe de casa. Em sua longa viagem, já conheceu as mais belas cidades da Europa. No entanto, não é a paisagem que o atrai. Para ele, cada café, catedral ou museu é uma pista dos assassinos de sua filha. A filha de Jacob, Kimmy, é apenas uma peça de um doentio e intricado quebra-cabeças. Amsterdã, Copenhague, Madri, Paris... Em toda a Europa, jovens casais são encontrados mortos com a garganta cortada. Os assassinatos não parecem ter qualquer conexão, além de cartões-postais enviados para os jornais locais dias antes da descoberta de cada crime. Numa tentativa de salvar as próximas vítimas, Jacob vai se unir à jornalista Dessie Larsson, que acaba de receber um cartão-postal em Estocolmo. O que eles não imaginam é que os crimes têm um propósito bem diferente do que pensavam.


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O Reino Distorcido se prepara para o cumprimento de uma antiga profecia: a chegada de uma nova Rainha, a Feiticeira que tem mais poder que o próprio Senhor do Inferno. Mas ela ainda é jovem, e por isso pode ser influencidade e corrompida. Quem a controlar terá domínio sobre o mundo. Três homens poderosos, inimigos viscerais - sabem disso. Saetan, Lucivar e Daemon logo percebem o poder que se esconde por trás dos olhos azuis daquela menina inocente. Assim começa um jogo cruel, de política e intriga, magia e traição, no qual as armas são o ódio e o amor. E cujo preço pode ser terrível e inimaginável.





Não se preocupe comigo - Marcelo Yuka e Bruno Levinson
Novembro de 2000. Nove tiros. Um dos mais contundentes e brilhantes músicos da geração 90, Marcelo Yuka, na época compositor e baterista da banda O Rappa, viu a vida se transformar ao ser alvejado por bandidos. Até então, sua trajetória seguia o caminho do melhor dos sonhos e, como ele mesmo diz, “sonho de ninguém comporta a realidade de ter virado um aleijado”. Naquela hora, teve a certeza de que não morreria, mas seria preciso renascer. Perdeu a força para a bateria, perdeu a mobilidade para viajar com o grupo, mas, o pior de tudo: foi demitido da banda que ele próprio ajudara a criar. Amigo de bandido, de político, de policial, Marcelo Yuka se reinventou como artista e como pessoa. Sua preocupação social o manteve em cena. No processo de recuperação, convive até hoje com dores lancinantes e tem dificuldade para executar tarefas simples. Porém decidiu experimentar novas possibilidades: na música, nas artes e até na política. Neste livro, Yuka faz um relato de alma, mantendo um compromisso raro com a verdade de suas angústias e alegrias. Apesar das dores dos anos, Yuka manteve uma sensação de juventude pulsante que o fez seguir criando. E mesmo que sua história possa indicar o contrário, ele não abandonou a crença de que o melhor ainda está por vir.


Divulgando: Leya, Casa da Palavra, Bateia e Tenshi

Lançamentos das Editoras Leya, Casa da Palavra, Bateia e o livro Tenshi.




Em 1998 Alice era ainda quase uma menina. Mesmo com 28 anos, acabara de se casar com o amor de sua vida, Nick, um homem simpático, gentil e amoroso, tinha uma irmã e uma melhor amiga que não desgrudava e estava grávida de seu primeiro filho (ou filha). De engraçada, amorosa, destrambelhada e apaixonante, a personagem se descobre sendo uma mulher beirando os 40, fria, poderosa, rica, excessivamente organizada e divorciada. Mais do que isso, odiada pelo marido, invejada pelas colegas, sem amizades verdadeiras e quase maluca. Sua irmã, Elisabeth, ou Libby como costumava chamá-la, sempre fora a mais controladora e hoje, já na quarta tentativa de engravidar, beirava à loucura, com cartas sem respostas a um psiquiatra. Seria tudo um sonho? Se fosse, Alice não via a hora de contar tudo para Nick, o verdadeiro, não aquele de voz grossa e petulante que falara com ela ao telefone logo depois do acidente...

Tudo começou com um e-mail não identificado: "Eu sou um membro sênior da comunidade de inteligência...". O que se seguiu foi o mais espetacular vazamento de segredos de Estado de todos os tempos, realizado por um homem extraordinário. Os desdobramentos deste vazamento estremeceram as relações de líderes políticos de todo o mundo, de Barack Obama ao primeiro ministro britânico David Cameron, passando pelos presidentes da França, da Indonésia, pela chanceler alemã Angela Merkel, e até mesmo por Dilma Roussef e o alto escalão do governo brasileiro. Edward Snowden, um jovem gênio da computação trabalhando para a NSA, Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, alertou o mundo para o modo como a poderosa organização vinha usando as novas tecnologias para ter acesso a informações privadas até mesmo de insuspeitos cidadãos norte-americanos. O mundo da espionagem chama isso de "controle da internet". Outros chamam de morte da privacidade. O que levou Snowden a sacrificar sua vida pessoal? Luke Harding, jornalista premiado do jornal The Guardian, responde a essa pergunta que serve de alerta a todos que acreditam que seus segredos estão bem guardados na internet.

Depois de ser derrotada e esfaqueada por Cade Richter, seu arqui-inimigo, e quase morrer, Daire Santos volta à vida de uma maneira que jamais poderia imaginar. Ao se recuperar dos ferimentos sofridos, e ciente de que as almas de Cade e de seu irmão gêmeo Dace estão ligadas ao mesmo destino, ela é obrigada a repensar sua estratégia para acabar com os Richter. Com a ajuda de seus amigos, a Buscadora precisa partir em mais uma jornada - desta vez, pelas várias dimensões do Mundo Mediano -, não só para impedir que os Richter coloquem em prática um novo plano para controlar o Encantamento e todos os seus habitantes, mas também para salvar a alma de seu grande amor, Dace.




Um atentado. Um amor. Um recomeço.
A história começa com uma viagem ao paraíso. Ao ser enviada para trabalhar como guia turística em Bali, uma ilha da Indonésia, Jamie só pensa em passar os dias mais felizes de sua vida ao lado do namorado, aproveitando as praias virgens e explorando as florestas. No entanto, após três dias de sua chegada, ela e seu parceiro se tornam vítimas de um atentado terrorista na boate local. Seu namorado perde a vida, e Jamie, a esperança de felicidade. Depois de um ano, ainda transtornada pelas lembranças, Jamie decide retornar a Bali para tentar fechar esse ciclo em sua vida. Mais que tudo, ela espera encontrar Gabe, o homem que a salvou do ataque. Nesta viagem ao passado, Jamie conhece Nyoman, seu simpático anfitrião que a hospeda no acolhedor e relaxante Paradise, um bangalô incrustado numa paisagem estonteante. Mesmo preparada para se arriscar nos grandes perigos da natureza selvagem de Bali, ela ainda precisa estar pronta para o maior desafio de todos: dar uma nova chance ao amor. Tendo como cenário a recuperação de Bali depois do atentado terrorista de 2002, os personagens pisam no terreno difícil de um relacionamento pós-trauma... Uma narrativa delicada e cuidadosa sobre a devastação do atentado. 

Uma das primeiras mulheres a comandar um estado brasileiro, no século XVI .
Em tempos diversos, por inúmeros motivos, três mulheres – Ana, Luisa e Antônia – deixam o lugar em que vivem, atravessam o mar e vêm morar em uma sesmaria selvagem. Ali, as vidas dessas mulheres se cruzam, em meio a índios, fidalgos, degredados, bastardos, piratas, frades, noviços, criadas, escravos, curandeiros, naus, ventos, medalhas, procissões, animais, intrigas, missas, vinganças, desejos, traições e venenos. Até que ocorre a misteriosa morte de um capitão-mor, que é, respectivamente, filho, marido e amante de cada uma delas. Então tem início uma trama cheia de ressentimentos mesquinhos, interesses escusos, tormentos cruéis, delírios desvairados, desencontros amorosos e pequenas vinganças que envolvem, sobretudo, aquela entre as três que herda a posse das águas e da terra e passa a ser chamada de A Capitoa.

Uma emocionante viagem de transformação e amizade pelo caminho de Santiago.
Judith encontra o diário de seu falecido marido sobre uma peregrinação inacabada a Santiago de Compostela. Ela e as quatro amigas se unem para completar a jornada – sem saber o que as espera. O guia de viagem prometia: “A cada passo, uma resposta.” Mas o que aconteceu com as amigas foi o oposto: novas dúvidas surgiam conforme cumpriam o percurso, fazendo-as se ques­tionarem sobre a vida que levam e as escolhas que fizeram. Kiki, Judith, Estelle, Eva e Caroline se despediram de suas ro­tinas e famílias para se depararem com um caminho livre, um horizonte amplo e um cenário deslumbrante. Algumas bolhas nos pés, muitas horas para refletir sobre si mesmas e aventu­ras no decorrer do caminho serão responsáveis por trazer a paz de espírito de que precisavam – e fazer com que tomem as decisões que elas nunca tiveram coragem de tomar. “É extremamente excitante ver a transformação de cada personagem. Um livro alto-astral, sábio e com um senso de humor delicioso.”





“Acorn” é o novo livro da multiartista Yoko Ono.
Composto por cem poemas de instrução, “Acorn” pode ser lido como um livro de poesia, um guia filosófico, um livro de arte conceitual – já que cada um dos textos é acompanhado por um desenho de pontos de autoria de Yoko –, ou reunindo tudo isso, um livro poético de instruções conceituais e filosóficas. Isso fica a critério de cada leitor. A autora prefere definir “Acorn” como “poesia em ação”. Suas instruções e ilustrações desafiam os leitores a olhar à sua volta de uma maneira diferente. Seus exercícios instigantes criam insights sobre padrões de comportamento e abrem, não só os olhos, mas todos os sentidos para formas mais criativas e conscientes de se relacionar consigo mesmo, com os outros e com o planeta. “Acorn” é uma sequência de “Grapefruit”, considerado um dos monumentos da arte conceitual do início dos anos 1960, que Yoko lançou em 1964. Seu título é uma referência à ação que ela e John Lennon promoveram em 1969 quando enviaram a diversos líderes mundiais duas “bolotas de carvalho” pedindo que fossem plantadas como um símbolo da paz mundial. O projeto “Acorn” foi originalmente criado para a internet e ao transformá-lo em livro, Yoko Ono continua fazendo o que sempre fez: plantar sementes de vida. “Acorn” foi lançado em junho de 2013 em Nova York e Londres pela OR Books. O Brasil está entre os primeiros países do mundo a lançar o novo livro de Yoko Ono.



Seria ele um anjo? Que outra explicação teria para aquele garoto surgir do nada em seu caminho, caído, ferido, frágil e desmemoriado, bem na noite de um tradicional festival? Ao encontrá-lo, a possibilidade de ajudá-lo se torna um escape para Umi, uma adolescente que enfrenta no dia a dia as dificuldades de ser diferente. E assim ela acaba, sem perceber, se envolvendo em um novo sentimento. Enquanto se esforça para descobrir quem é o misterioso garoto desmemoriado, os acontecimentos inesperados daquele verão também levam Umi a descobrir mais sobre si mesma.

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