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quarta-feira, 15 de março de 2017

Resenha: The Hobbit

Opa, resenha desse livro de Tolkien que li há um bom tempo? Sim!
Nas últimas semanas comecei a fazer uma espécie de varredura dos livros lidos, e os que não tem resenha aqui no blog estou tratando de fazer, como desse livro agora.  Pretendo portanto, daqui um tempo, ter todos os livros lidos resenhados e publicados nas redes sociais.  

Então vamos deixar de explicações e curtir a resenha desse livro que nunca sai de moda. 

The Hobbit



Autor: J. R. R. Tolkien 
Editora: Martins Fontes
Número de páginas: 297

Sinopse:

Bilbo Bolseiro é um hobbit que leva uma vida confortável e sem ambições, raramente aventurando-se para além de sua despensa ou sua adega. Mas seu contentamento é perturbado quando Gandalf, o mago, e uma companhia de anões batem em sua porta e levam-no para uma expedição.


The Hobbit, o que falar desse livro maravilhoso? 
Não sei vocês, mas eu li este livro após ter lido The Silmarillion onde Tolkien relata a criação do mundo. Que mundo? Bom, o mundo que fará parte de suas histórias, de seus livros. 
Após relatos detalhados sobre esse mundo (não entrarei em detalhes aqui porque a resenha é sobre o livro The Hobbit), ainda nesse primeiro livro é onde os anéis são forjados (simmm os anéis que serão disputados na trilogia O Senhor dos Anéis). 

Quando a história de The Hobbit é iniciada, os anéis já existiam e todos os povos presentes nas futuras aventuras também. Porém, um desses anéis foi roubado por um dragão e é justamente nessa aventura de recuperar esse anel que Bilbo Bolseiro, um calmo hobbit, é "convocado" a participar pelo mago Gandalf. 

Apesar do objetivo ser "apenas" recuperar um anel, essa aventura se torna perigosa, cheia de desafios e que nos deixam encantados com tantos acontecimentos inesperados. O mago, o hobbit e os anões (que também fazem parte da expedição), encontram sim inimigos pelo caminho mas também descobrem lugares nunca imaginados por eles, descobrem fatos muito importantes relacionados a este anel e fazem muitos amigos.

Como na época da história não existia aviões nem nada que pudesse ajudar em um deslocamento ultra rápido, a expedição é feita caminhando e isso faz eles darem atenção aos lugares, aos detalhes, a magia de cada lugar, aos mistérios que envolve cada povo, cada história em volta desse anel. 

Considero este livro como uma preparação para a trilogia O Senhor dos Anéis, não que seja necessário ler esse livro antes mas a sequência que tive de leitura (The Silmarillion, The Hobbit e a trilogia O Senhor dos Anéis)  me deu uma visão clara da vida, digamos assim, dos anéis, porque foram criados e todo o mistério em volta deles. 

Quem gosta de muita fantasia, de aventura, de uma história que prende a atenção, tem que ler esse livro! Sou suspeita para falar pois desde que li os 5 livros que citei, me tornei fã do autor Tolkien, tanto que pretendo ainda adquirir os outros livros dele. 

Livro que mais do que recomendo, livro que fazem parte da lista dos meus livros favoritos. 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Griff, o Invisível

Título original: Griff the invisible

Ano de Estreia:
 2010; 

Tema:
 Aventura, Drama;

Nacionalidade: Austrália;

Diretor: Leon Ford;

Fonte: 
http://www.cinecriticas.com.br/2012/03/griff-o-invisivel-griff-the-invisible-australia-2010/

Minha nota: ★★


Apaguem as luzes. Esquentem a pipoca. 

Bem vindos a mais um "Na trilha da Sétima Arte"!

Hoje vamos falar de um filme garimpado ao completo acaso. 

Não é bem um lançamento, mas pouquíssimas pessoas vão poder dizer que assistiram. Trata-se da película australiana: "Griff, o invisível".

Lá estava eu procurando um filme novo para assistir, algo diferente, mas que não fosse um clássico para que a coluna não ficasse repetitiva. Quando encontrei a capa de "Griff" chamando minha atenção.

Lendo rapidamente a sinopse, verifiquei que se tratava de mais um filme de super herói, mas vivido por pessoas comuns, sem poderes especiais, como é o caso de "Kick Ass". Entretanto a sinopse já alertava para um final que envolvia romance e talvez um drama mental.

Resolvi encarar!

Confesso que não havia me atentado ao fato de que era um filme australiano, só descobri nos créditos iniciais. Não que isso seja um problema, uma vez que já fui surpreendido com ótimos filmes Tailandeses ou Noruegueses (como é o caso dos filmes "O Hospedeiro" e "Entre Inimigos", ambos você encontra nas semanas anteriores da nossa coluna.).

De fato, o filme conta a história do jovem Griff. Um rapaz magrelo e covarde, que sofre Bulliyng no trabalho e que mora sozinho, sem namorada ou amigos. Mas é durante a noite que Griff demonstra sua verdadeira natureza, combatendo a criminalidade e salvando os indefesos.

Griff não chega a ser um "Batman", mas possuí apetrechos hitech, capazes de auxiliá-lo no combate ao crime. Obviamente sua identidade é secreta e ele se vê perseguido pela polícia local.

Ou é o que ele pensa.

Por ser uma pessoa muito retraída e insegura (caso óbvio de fobia social), Griff acaba enganado por sua própria imaginação. Ele pode não estar fazendo todo o bem que acha que está e só perceberá que não convive inteiramente com a realidade quando encontrar alguém exatamente como ele: "Melody".

"Griff, o invisível" é um filme muito complicado. Não digo no sentido de uma história confusa ou intrincada, mas sim no sentido de ser um filme que requer certa paciência.

Esqueça "Kick Ass" ou qualquer outro filme de super herói. Também não pense que encontrará um personagem mentalmente instável porém carismático como "Forest Gump" ou o "Rain Man". Nesse filme será só Griff e você. Esteja avisado.

Com um pouco de esforço você pode entender uma certa crítica social.  Talvez uma história de amor e aceitação um pouco mais profunda do que a que é realmente passada. Mas o clima "Britânico-genérico" meio que não colabora e o filme não engrena.

Apesar de ser emocionante ver a transição de "Griff" para o "mundo real". Não tem como não ficar triste com a decepção dele quando descobre que nem tudo era como ele imaginava.

Enfim, duas estrelas. Não desperdicei meu tempo, mas também não tenho muuuuuita história para contar sobre o pobre Griff, aliás, elogio a atuação de "Ryan Kwanten".

De qualquer forma, o cinema australiano está no caminho certo. Basta manter a evolução.

Um grande abraço e até a próxima.
Tanderson Danilo Pereira Morales

P.S. Trailer! (será que você adoram trailer tanto quanto eu? Não seria o paraíso de existissem "salas de espera" no cinema só passando trailers?! Hehehehehehe.


P.S². Gostei também das capas e cartazes do filme!